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PARENTE NÃO SE ESCOLHE, MAS SE ACOLHE?

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Se quiser. Porque ter um Parente não obriga ninguém a acolhê-lo, a menos que se queira ou seja coagido. Desta maneira compreendo que Pedro (não o que negou Cristo por 3 vezes, mas o Parente) faz parte de uma aceitação de modelo do (des) governo do golpe. – Sem voto, sem legitimação, sem moral-…, mas, com poder de escolher o Parente que lhe melhor apraz.

Celebrar, – como percebo por alguns (mas) mais ávidos por “mudanças”- a saída do Parente não está implícito, necessariamente, na assunção de uma política distinta da do Parente. Se o sangue do Parente continuar a correr na veia da paridade burra de uma indexação horrenda e entreguíssimo pífio pode continuar o Parente ou pode ser o Derente.

Se qualquer modal de transporte caminho leva à Roma – mais do que o Quinto dos Infernos- independe qual será a condução que subirá o transeunte, passageiro ou tripulante. Chegará à Roma a encomenda colonial. – Policarpo Quresma morreria vendo que em vez de 27 estrelas em sua bandeira, agora possui 50 e que as cores já não são as mesmas. Alguns outros, nem tanto. – Eu… sou Bahia. Bahia de 02 de julho!

Se o sangue que corre na veia de Parente for o que serve para bombear o coração de Ivan num corpo Temeroso com suas vísceras abertas e assecladas – como a da América Latina de Galeano – pouco temos o que celebrar. Aliás, muito temos o que enfrentar.

Migrar do lugar mais favorecido de analises personificadas e partir para um terreno mais árido, mais real e necessário que é o debate e o enfrentamento acerca do modelo mister se az nestes tempos em que se confunde Direita com Comunismo. E a Social Democracia já nem cabe no debate do significado de gestão pública. Seria o fim. E uma sociedade socialista? E o comunismo real?
O modus representado pelas personalizações virou a moda. Seja pela direita ou pela esquerda. A moda significa pouco quando se trata de estrutura. Que me valha a langue da Saussure!
As conjunturas, por melhores analisadas, não são, necessariamente, a apresentação do real e sua historicidade, se não se leva em conta toda a família e não somente um Parente. Só acolho quem eu quero.

Jocivaldo dos Anjos, 02/06/2018.

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Supremo Tribunal de Justiça nega a federalização do julgamento da ‘Chacina do Cabula’

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou ontem (28) o pedido do Ministério Público Federal (MPF) para federalizar as investigações sobre a operação da Polícia Militar (PM) que resultou na morte de 12 pessoas e deixou seis feridos, conhecida como a Chacina do Cabula, ocorrida em fevereiro de 2015, em Salvador.

Ao analisar a questão, a Terceira Seção do tribunal entendeu não que foram cumpridos os requisitos processuais para aceitação do pedido de deslocamento de competência e que não foram encontradas evidências de que a Justiça estadual não julga o caso com imparcialidade.

Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/Bahia, Jerônimo Mesquita, a federalização acontece quando existem graves violações de direitos humanos como aconteceram na  ‘Chacina do Cabula’. “Seria melhor se fosse ponto federal, pois o Estado Federal é mais isento, o Tribunal fica em Brasília, menos próximo das paixões locais. A pressão que se pode exercer sobre a Justiça é menor sendo federal. Vamos continuar acompanhando e continuar batalhando para que a justiça seja feita”, afirma.

Confira a matéria completa do BA TV

 

Com informações da Agência Brasil e BA TV.

 

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Opinião: Senhor presidente

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Senhor presidente,

Foi a ousadia do plano, meu chapa! Foi a audácia. Foi a coragem de contrapor a história. Foi um querer reposicionador de governantes e governados. Foi o sonho. Não foi crime.

Não se precisa de crime quando a sentença já se é dada ao nascituro. Não precisa de crime quando o juiz é um promotor de acusação. Não precisa de crime se a imparcialidade judicial é o que orienta a decisão, Presidente.

Presidente, ninguém o afastará da história da gente. Pai da segunda abolição da escravatura brasileira. Patrono dos primeiros empobrecidos nas universidades; lembrador dos esquecidos do Brasil. Levanta!

Levanta a vista ainda que somente veja as paredes que o cerca. Escreva durante a insônia e se tiver vontade chore. Não pelo lugar que está, mas pelo lugar que transformou.

Regozije pelo povo que não morre mais de sede, pelas crianças com alimentação saudável, pelo pleno emprego, pelas famílias com casas e, acima de tudo, pela autoestima levantada deste povo, presidente!

A história do Brasil foi recontada. A maldade desta “gentes” não suplantará nosso amor. Continuaremos a amar e a respeita-lo. Sabemos de onde viemos e para onde queremos ir, presidente.
Se a primavera não chega agora a gente planta as flores e vamos regrando com as águas que inundam as mentes de quem sonha e luta. Ela haverá de chegar!
Senhor presidente, sigamos!

Jocivaldo dos Anjos. 24/11/2019

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Espetáculo “Ô Inho… E Eu?” aborda a violência contra mulher em diversos extratos sociais

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A peça teatral trata também da auto estima feminina e o silenciamento sofrido pelas mulheres no dia a dia. Entrada é gratuita

 

O espetáculo Ô Inho… E eu?, que tem como base a violência contra a mulher no planeta, será apresentado no próximo dia 23, às 19 horas, no Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos – CEPAIA Cultural. O centro está localizado na Rua do Passo, 4, Santo Antônio Além do Carmo e a entrada é gratuita.

“Ô Inho… e eu?” tem o objetivo de refletir a opressão que silencia metade das mulheres agredidas

A proposta é uma reflexão sobre a manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram a dominação à discriminação e impedem, até hoje, o pleno avanço das mulheres, um fato cotidiano em todo o mundo.

O nome da peça é um questionamento que mulheres de diversos extratos sociais em situações diversas fazem a si mesmo, ao verem questionadas suas opções, sentimentos e conflitos. “Ô Inho… e eu?” tem o objetivo de refletir a opressão que silencia metade das mulheres agredidas, que, segundo estatísticas, não denunciam ou pedem ajuda. A peça discute também a auto-estima e a valorização feminina.

O espetáculo integra a programação do Novembro Negro, promovido pela UNEB, através do Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos – CEPAIA- Cultural e do Projeto Universidade Para Todos – UPT. O tema central de 2018 é “Reconhecimento e Educação para Igualdade”, seguindo a Década Internacional do Afrodescendente da Organização das Nações Unidas – ONU.

Durante todo o mês serão promovidas atividades de teatro, poesia, artes visuais, capoeira, fotografia e cinema.Em todos os eventos haverá debates e discussões sobre a questão da igualdade racial.

SERVIÇO

O quê: Espetáculo: Ô Inho… e eu?

Quando: 23 de novembro, às 19 horas

Onde: Rua do Passo, 4 – Santo Antônio Além do Carmo, em frente à Igreja do Carmo (Instituto Estive Biko)

Direção: Rafael Manga

Elenco: Alan Luís, Diane Rebouças, Lívia Ferreira ,Marcelo Teixeira, Marisa Andrade, Silvânia, Rita Santiago

Mais informações: 71 99242-1505

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