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Bahia

Taís, a mulher que surtou quando a gasolina foi a R$ 2,80 no governo Dilma, sumiu

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Agora que a gasolina já chega a R$ 5,00, grupos da internet perguntam: onde está Taís Helena Galon Borges?

https://www.facebook.com/MidiaLampiao/videos/630680443935774/

Para quem não se lembra, recomendo o vídeo abaixo. Ele foi muito divulgado quando Dilma Rousseff era presidente.

No vídeo, Taís parece surtada em um posto de gasolina. Grita para que os motoristas não abasteçam. E alerta para o caos: os caminhoneiros parariam e faltaria comida na mesa dos brasileiros.

Na rede social, há um perfil dela. É gerente administrativa e mora em Caxias do Sul. Assim se define:

“Profissional dinâmica, comunicativa, fácil relacionamento interpessoal, capaz de trabalhar em equipe, dedicada ao trabalho, atualizada na sua área de competência e focada em resultados.”

Nos dias que antecederam o golpe, parecia revoltada. Hoje, como a maioria das pessoas que foram à rua protestar naqueles dias, permanece em silêncio.

Óbvio que nunca foi contra a corrupção nem em defesa da Petrobras.

Era ódio.

Ódio ao PT.

Fonte: Diário do Centro do Mundo

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MST realiza 4º Feira Estadual da Reforma Agrária no centro de Salvador

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Serão três dias de Feira, com mais de 180 tipos de produtos, como hortaliças, frutas, mudas, sementes e artesanatos

Entre os dias 14 e 16/6, o MST realiza sua 4° Feira Estadual da Reforma Agrária, na Praça da Piedade, no coração de Salvador. Com a participação de 400 trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra, o evento reúne cerca de 4 toneladas de alimentos produzidos em assentamentos e acampamentos do MST de dez regiões da Bahia. Serão mais de 180 tipos de produtos, como hortaliças, frutas, mudas, sementes e artesanatos.

Para Felipe Campelo, do setor de produção do MST no estado, a Feira será mais um espaço de diálogo com a população de Salvador sobre a luta pela terra, pela Reforma Agrária e por mudanças significativas em toda sociedade. “Precisamos dialogar. Mostrar que os trabalhadores Sem Terra são sujeitos da luta e que a reforma agrária dá certo”, pontua.

“Nossas feiras são espaços de comercialização e de diálogo permanente com a sociedade, a partir daquilo que propormos fazer quando lutamos pela terra. A produção de alimentos saudáveis é consequência de uma luta histórica, que na Bahia já ultrapassa os 30 anos”, explica Campelo.

Como nas últimas edições, a Feira será um espaço de comercialização, mas também, de estudo, formação e palco para grandes atrações culturais. Durante o dia, temas como o atual cenário político brasileiro, a construção de redes produtivas na Bahia e a questão racial estão na programação do evento e para animar as noites, Ilê Aiyê e Ed do Forró já confirmaram presença.

Agroecologia é o caminho

A produção agroecológica ganha destaque nesta edição da Feira. Várias experiências desenvolvidas nos assentamentos e acampamentos do MST em todo estado tem mostrado que é possível produzir, em grande quantidade e qualidade, alimentos livres de veneno, com novas relações de trabalho no campo e em harmonia com a natureza e a sociedade.

Por outro lado, grandes multinacionais têm avançado na produção de monoculturas e o uso de agrotóxicos. Comunidades rurais que vivem entorno das plantações de eucalipto da empresa Suzano Papel e Celulose, localizada no Extremo Sul da Bahia, por exemplo, sofrem com os impactos desse modelo de produção. Desde meados de 2013, a empresa tem realizado chuvas de venenos, através da pulverização aérea, para matar pragas e ervas daninhas.

Segundo dados do Núcleo de Estudos Ambientais e Saúde do Trabalhador da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), 50% dos agrotóxicos de pulverização aérea contaminam o solo e a água diretamente, causando efeitos adversos à saúde humana e ao meio ambiente.

Nesse sentido, a Feira se apresenta enquanto mais um instrumento para denunciar o uso desenfreado de agrotóxicos e impulsionar o debate da agroecologia na sociedade.

SERVIÇO 

4º Feira Estadual da Reforma Agrária
Data: de 14 a 16 de junho
Local: Praça da Piedade, Centro – Salvador (BA)
Evento no Facebook (https://bit.ly/2LXmS0i)

MAIS INFORMAÇÕES

Wesley Lima – (73) 999583842

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Opinião: Lula está preso… na mente e no coração povo brasileiro

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Por Jocivaldo dos Anjos.

Três prisões marcam a vida do maior líder político da atualidade: a literal, que é a da justiça seletiva de Curitiba, que aprisiona politicamente, a partir de “um grande acordo nacional com supremo e tudo”, com medo de perderem a eleição e o projeto de inclusão social voltar a vigorar no Brasil. A segunda prisão que acomete ao maior presidente da história do Brasil é a do coração do povo. Esta se trata de uma prisão sentimental. O homem Lula dá passagem para o Mito se manifestar. O mais amado entre os brasileiros e um dos maiores do mundo. “O presidente povo e o povo presidente”. O povo se ver no Lula, sua representação. O Lula é o espelho do povo brasileiro. Queiram ou não os opositores.

A terceira prisão que acomete o Lula (nesta pequena análise) é a da mente das pessoas. O brasileiro jamais viveu tempos de maior prosperidade. Para além dos ganhos vistos em material tem também a felicidade do povo e o otimismo. O governo de Lula deixou marcas para a história do Brasil inapagáveis. A justiça de crescimento com distribuição fez do Brasil um lugar melhor de se viver. O que sobra destas três prisões?

Destas prisões pelas quais Lula passa (além de outras) sobra o resultado da pesquisa DataFolha divulgada neste início de junho de 2018. Sobre dados inequívocos de que após mais de dois meses o eterno presidente do Brasil continua ganhando de todo mundo. Com 30% dos votos dos entrevistados. Dado relevante se encontra em relação a segunda colocação. Devido o fato de Lula está preso e ainda ser uma incógnita sua aceitação pelo TSE (MAS, QUE SERÁ REGISTRADA), conforme deliberação do PT em aceitação e consonância com o pré-candidato, a segunda colocação na pesquisa se trata de um ineditismo na política.

Se em 2014 de 8% das pessoas declaravam não ter candidato ainda, esta eleição aponta 23% do entrevistados. Isso aponta que a margem de Lula pode subir de 30%, em sendo declarado candidato, para ganhar a eleição já no primeiro turno.

A relevância desta informação da pesquisa é uma demonstração de que há pessoas que a grade não prende porque é maior do que ela. Pessoas que se tornam ideias. Ideias que se tornam sonhos. E sonhos, já dizia o poeta: não envelhecem.

Não há prisão que prenda a ideia. A ideia é Lula. Lula é a ideia.

 

 

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PARENTE NÃO SE ESCOLHE, MAS SE ACOLHE?

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Se quiser. Porque ter um Parente não obriga ninguém a acolhê-lo, a menos que se queira ou seja coagido. Desta maneira compreendo que Pedro (não o que negou Cristo por 3 vezes, mas o Parente) faz parte de uma aceitação de modelo do (des) governo do golpe. – Sem voto, sem legitimação, sem moral-…, mas, com poder de escolher o Parente que lhe melhor apraz.

Celebrar, – como percebo por alguns (mas) mais ávidos por “mudanças”- a saída do Parente não está implícito, necessariamente, na assunção de uma política distinta da do Parente. Se o sangue do Parente continuar a correr na veia da paridade burra de uma indexação horrenda e entreguíssimo pífio pode continuar o Parente ou pode ser o Derente.

Se qualquer modal de transporte caminho leva à Roma – mais do que o Quinto dos Infernos- independe qual será a condução que subirá o transeunte, passageiro ou tripulante. Chegará à Roma a encomenda colonial. – Policarpo Quresma morreria vendo que em vez de 27 estrelas em sua bandeira, agora possui 50 e que as cores já não são as mesmas. Alguns outros, nem tanto. – Eu… sou Bahia. Bahia de 02 de julho!

Se o sangue que corre na veia de Parente for o que serve para bombear o coração de Ivan num corpo Temeroso com suas vísceras abertas e assecladas – como a da América Latina de Galeano – pouco temos o que celebrar. Aliás, muito temos o que enfrentar.

Migrar do lugar mais favorecido de analises personificadas e partir para um terreno mais árido, mais real e necessário que é o debate e o enfrentamento acerca do modelo mister se az nestes tempos em que se confunde Direita com Comunismo. E a Social Democracia já nem cabe no debate do significado de gestão pública. Seria o fim. E uma sociedade socialista? E o comunismo real?
O modus representado pelas personalizações virou a moda. Seja pela direita ou pela esquerda. A moda significa pouco quando se trata de estrutura. Que me valha a langue da Saussure!
As conjunturas, por melhores analisadas, não são, necessariamente, a apresentação do real e sua historicidade, se não se leva em conta toda a família e não somente um Parente. Só acolho quem eu quero.

Jocivaldo dos Anjos, 02/06/2018.

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