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Bahia

Catadores de material reciclável protestam na prefeitura por remuneração e implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos

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Nesta segunda-feira (18), catadores e catadoras de materiais  recicláveis de Salvador realizaram um protesto contra a prefeitura, exigindo remuneração  e a implantação da Política Nacional de  Resíduos Sólidos, conforme estabelece a lei 12405/2010.

Em carta enviada à prefeitura e assinada pelas 17 cooperativas existentes no município, os catadores afirmam que a prefeitura faz propaganda enganosa ao informar que Salvador é uma cidade sustentável.

“Uma cidade sustentável de verdade respeita a atividade das cooperativas e catadores. ACM Neto não paga remuneração nem apoia as cooperativas. Somos responsáveis por devolver toneladas por mês de materiais recicláveis à cadeia produtiva. Fazemos isso sem ajuda da prefeitura.  Neste natal, não temos mais uma vez o que comemorar” afirma Jeane dos Santos, da Rede Nacional de Catadores e da Cooperbrava.

Segundo Joilson Santana, do Centro de Arte e Meio Ambiente, na Península de Itapagipe, a prefeitura gasta um milhão por dia para aterrar resíduos  em aterro de Salvador mas investe  zero  em coleta seletiva.

“Que cidade sustentável seria essa?  A prefeitura precisa respeitar leis e implementar a política nacional. Há vinte anos fazemos coleta de maneira independentes sem remuneração. E a prefeitura fica valorizando as empresas de lixo” destacou.

Ainda conforme os catadores, a luta é para que a prefeitura reconheça as cooperativas em Salvador, pois são elas que devolvem todos meses toneladas de recicláveis pra cadeia produtiva e não recebem nada por isso.

“O prefeito não quer implantar a verdadeira política de cidade sustentável porque é rentável pra ele alimentar financeiramente as empresas que aterram diariamente milhões de resíduos quando boa parte deles não necessitam ir para o aterro e poderiam voltar pra cadeia produtiva. Enquanto isso nosso povo que presta serviço importantíssimo para a população sofre com isso” declarou.

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VÍDEO: nos EUA, Bolsonaro chama estudantes de “idiotas úteis”, “imbecis” e “massa de manobra”

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Bolsonaro corta 30% da verba da UnB, UFBA e UFF

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Balbúrdia é o que está sendo feito no Brasil pelo governo federal! Weintraub, o novo ministro da Educação, já deu todos os prenúncios de uma gestão autoritária que quer implementar um sistema de educação no país que acaba com o pensamento crítico e emburrece o povo.

Hoje ele anunciou que as universidades que tiveram maior relação com os movimentos sociais e realizaram eventos que provocavam a discussão política e social como o Fórum Social Mundial ou a Bienal da UNE, terão 30% das dotações orçamentárias bloqueadas.

O valor do corte na UFBA, na UnB e na UFF corresponde a mais da metade do contingenciamento imposto a todas as universidades e, sem noção da realidade de sucateamento da educação pública no país o ministro ainda afirma “A universidade deve estar com sobra de dinheiro para fazer bagunça e evento ridículo”. #educacao #ministeriodaeducacao #Weintraub #ufba #unb #uff #universidade #elenao #bolsonaronao

 

fonte: midia ninja

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Bahia

PROFESSORA É PRESA ENQUANTO DAVA AULA NO IF DE GOIÁS

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A Coordenadora Geral do SINASEFE, Camila Marques, foi detida hoje de manhã (15), enquanto dava aula no campus Águas Lindas do Instituto Federal de Goiás.

A polícia civil de Goiás estava no campus desde o início do dia. Camila não aceitou que a polícia militar entrasse em sua sala de aula para interrogar alguns de seus alunos e recebeu voz de prisão por desacato enquanto exercia sua atividade de professora, dentro de sala de aula e na frente de seus alunos.

A questão que é: Quem desacatou quem? Onde fica a autonomia de uma instituição federal como o IFG, com a PM dentro do campus? E a autonomia da professora com relação a sua sala de aula? A polícia não deve respeitar a autoridade que Camila representava naquele momento?

A Assessoria Jurídica Nacional (AJN) do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica está acompanhando o processo na delegacia pra onde a professora foi levada e tentando a sua liberação.

Camila Marques não é só professora. Também é uma lutadora social, dirigente sindical e vinha sofrendo perseguição por parte de Bolsonaristas que a denunciavam por “doutrinação”. O fato é que Camila defende uma educação crítica e libertadora e não pode ser punida por isso.

Toda solidariedade à professora Camila Marques!

 

fonte:@jornalaverdade_

 

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