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Bahia

MBL e pró-bolsonaros tentam agredir manifestantes durante ato contra exibição do documentário “O Jardim das Aflições na UFBA

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Durante a exibição do documentário “O Jardim das Aflições”, de autoria do filósofo conservador, Olavo de Carvalho, na noite desta segunda-feira (13), na Universidade Federal da Bahia,  integrantes  do Movimento Brasil Livre (MBL) e pró-bolsonaros tentaram agredir  os manifestantes que eram contra a exibição dentro da Universidade.

Os manifestantes reivindicaram que ,“ temos evitar o crescimento de discursos separatistas dentro do espaço público. A universidade pública “não pode ser espaço de multiplicação do preconceito e de fascismo” e que é inaceitável reproduzir “um discurso de supremacia branca”.

FORA FASCISTAS!Durante exibição do documentário “O Jardim das Aflições”, de autoria do filósofo conservador, Olavo de Carvalho, na noite desta segunda-feira (13), na Universidade Federal da Bahia, integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) e pró-bolsonaros tentaram agredir os manifestantes que eram contra a exibição dentro da Universidade. Os manifestantes reivindicaram que “ temos evitar o crescimento de discursos separatistas dentro do espaço público. A universidade pública “não pode ser espaço de multiplicação do preconceito e de fascismo” e que é inaceitável reproduzir “um discurso de supremacia branca”.

Publicado por Mídia Lampião em Segunda, 13 de novembro de 2017

Confira a nota divulgada pelo COLETIVO FORA TEMER

Companheiros, hoje tivemos um grande embate na UFBA contra os fascistas do MBL e do Bolsonaro, que queriam sem autorização exibir o filme do também fascista Olavo de Carvalho. Quase chegamos as vias de fato. O Nanotrio foi agredido com chutes e pontapés mais uma vez. Quase bateram nas mulheres que nos acompanhavam. Tinha até fascista armado. A coisa ficou feia, mas recebemos reforços de muitos alunos da UFBA. A luta só está começando!

 

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VÍDEO: nos EUA, Bolsonaro chama estudantes de “idiotas úteis”, “imbecis” e “massa de manobra”

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Bolsonaro corta 30% da verba da UnB, UFBA e UFF

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Balbúrdia é o que está sendo feito no Brasil pelo governo federal! Weintraub, o novo ministro da Educação, já deu todos os prenúncios de uma gestão autoritária que quer implementar um sistema de educação no país que acaba com o pensamento crítico e emburrece o povo.

Hoje ele anunciou que as universidades que tiveram maior relação com os movimentos sociais e realizaram eventos que provocavam a discussão política e social como o Fórum Social Mundial ou a Bienal da UNE, terão 30% das dotações orçamentárias bloqueadas.

O valor do corte na UFBA, na UnB e na UFF corresponde a mais da metade do contingenciamento imposto a todas as universidades e, sem noção da realidade de sucateamento da educação pública no país o ministro ainda afirma “A universidade deve estar com sobra de dinheiro para fazer bagunça e evento ridículo”. #educacao #ministeriodaeducacao #Weintraub #ufba #unb #uff #universidade #elenao #bolsonaronao

 

fonte: midia ninja

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Bahia

PROFESSORA É PRESA ENQUANTO DAVA AULA NO IF DE GOIÁS

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A Coordenadora Geral do SINASEFE, Camila Marques, foi detida hoje de manhã (15), enquanto dava aula no campus Águas Lindas do Instituto Federal de Goiás.

A polícia civil de Goiás estava no campus desde o início do dia. Camila não aceitou que a polícia militar entrasse em sua sala de aula para interrogar alguns de seus alunos e recebeu voz de prisão por desacato enquanto exercia sua atividade de professora, dentro de sala de aula e na frente de seus alunos.

A questão que é: Quem desacatou quem? Onde fica a autonomia de uma instituição federal como o IFG, com a PM dentro do campus? E a autonomia da professora com relação a sua sala de aula? A polícia não deve respeitar a autoridade que Camila representava naquele momento?

A Assessoria Jurídica Nacional (AJN) do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica está acompanhando o processo na delegacia pra onde a professora foi levada e tentando a sua liberação.

Camila Marques não é só professora. Também é uma lutadora social, dirigente sindical e vinha sofrendo perseguição por parte de Bolsonaristas que a denunciavam por “doutrinação”. O fato é que Camila defende uma educação crítica e libertadora e não pode ser punida por isso.

Toda solidariedade à professora Camila Marques!

 

fonte:@jornalaverdade_

 

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