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Brasil

Ovo da serpente: Dória e sua grande capacidade de autodestruição

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A ascensão meteórica do hoje prefeito de São Paulo João Dória (PSDB) é como a viralização de um post de Facebook. Quando lançou-se candidato em 2016, como uma então aposta no novo, advinda da cartola do governador Geraldo Alckmin, o antigo produtor de eventos e apresentador de TV era de fato uma novidade na política.

O cenário de recente impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a divulgação incessante de escândalos envolvendo o Partido dos Trabalhadores foram como um prato cheio para o surgimento de um “Salvador da Pátria”, que se dizia distante da política e focado na gestão. O apoio virtual do MBL, que manipula massas de odiosos e inocentes úteis, acertou em cheio o coração do PT e da administração do ex-prefeito, Fernando Haddad, que fazia uma boa administração, mas não traduzia em popularidade, pois suas ações tinham a rejeição da grande mídia.

Entretanto, um ano depois da campanha em que saiu-se vitorioso – ainda no primeiro turno – na maior cidade do Brasil, o hoje prefeito deixou de ser persona grata, inclusive no PSDB, partido que fez com que Dória se tornasse conhecido nacionalmente. A impressão que se tem é que o ovo arremessado em sua testa na cidade de Salvador tinha mesmo uma mandinga baiana, carregada de fluidos que ajudaram a mostrar a verdadeira face do neotucano.

Pouco tempo depois da ovada, João Dória mostrou-se arrogante, prepotente, ingrato e traíra, desrespeitando aliados, opositores e, pasmem, os mais velhos. E a história está aí para mostrar que traidores jamais são bem vindos.
Os números divulgados pelo Jornal Folha de São Paulo mostram uma queda de popularidade de 9% e colunistas, políticos como o decano do PSDB Alberto Goldman, bem como outros personagens da política começam a descortinar a imagem daquele que tem demonstrado pouca habilidade gestão e de trato com as pessoas.

O futuro vai dizer se o presidenciável será capaz de sobreviver ou de reverter o cenário de saraivada de críticas.

Último reduto – Indícios de licitações viciadas na Prefeitura de São Paulo, com privilégios de empresas em detrimento de outras, estão por azedar o único ambiente onde Dória ainda tem uma maioria absoluta: a classe empresarial. Essa, por sua vez, é tão pragmática como a maioria dos personagens que compõem a elite política do Brasil. Se perceberem que a nau do prefake está afundando, não hesitarão em escolher um novo salvador para as suas próprias pátrias.

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Bahia

MOVIMENTOS SOCIAIS SE PREPARAM PARA PROTESTAR NO VERÃO DE SALVADOR

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Movimentos sociais na Bahia já se organizam para participar das atividades de verão na Bahia com Protestos e resistência ao golpe de estado no Brasil promovido pelo presidente ilegítimo em exercício Michael Temer. Movimentos como o Coletivo de Ação Fora Temer (CAFT), Filhos e Filhas de Marx, Médicos Pela Democracia, Transbatucada, sindicatos, entre outros, já se articulam para a formação de um movimento unificado para participar dos festejos de verão em Salvador, com muita luta e resistência, respeitando, é claro, os rituais religiosos presentes nas festividades baianas.

No CAFT os preparativos já começaram para as festas da Lavagem do Bonfim, Iemanjá, Carnaval, Dia da Mulher e Fórum Social Mundial (que ocorrerá este ano na cidade de Salvador nos dias 13 a 18 de março). Prometendo uma festa irreverente, com a presença de diversos artistas consagrados na Bahia, bastante música, percussão, Nanotrio, Djs, palavras de ordens, paródias e articulação com diversos movimentos sociais, o Coletivo de Ação Fora Termer promete deixar sua marca impressa no Bonfim através de muita arte, graciosidade, música, paródias e palavras de ordens, se configurando num movimento de luta e resistência dentro das atividades festivas de Salvador.
Mais informações ZAP: (71) 98853-2305, (71) 9 9190-2845

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Bahia

RUI COSTA 64 X 14 ACM NETO

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No clássico baiano para ver quem se torna o melhor gestor público o governador da Bahia Rui Costa (PT) está dando de lavada no prefeito ACM Neto (DEM). Segundo pesquisa divulgada pelo portal G1, nesta terça feira, dia 02 de janeiro, o governador da Bahia lidera o ranking nacional com 64% de projetos executados ou em andamento das promessas feitas na campanha em 2014, se tornando o maior gestor do Brasil, além de ter as suas contas aprovadas no TCU, que não é o caso do prefeito de Salvador.

Bem longe disto, aparece o prefeito de Salvador ACM Neto com apenas 14% dos projetos executados ou em execução, bem abaixo da média nacional que é de 32% de execução de projetos pós-campanha.
Portanto, no embate direto entre os dois candidatos, o governador Rui Costa está dando uma verdadeira lavagem de competência e trabalho sobre o prefeito de Salvador, cujas ações se concentram basicamente em Festas, Asfaltos, Praças e Multas de Trânsito.

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Bahia

Por que a gente homem mata tantas mulheres?

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Por Jocivaldo Dos Anjos

Elas estão certas no meio de tanta gente errada. A gente, que mata, não pode estar certa. Jamais que mata tanto pode estar certa. A ideia do imperialismo masculino como a fase superior do machismo: a ideia da posse que orienta a ideia do posso. Meus “compras”, a gente não pode. A gente não pode poder desta forma.

A gente se acha donos dos corpos, das almas, dos sonhos, dos querer, do pensamento, da manhã, da tarde, da noite… e, caso elas não tenham tempo de serem nossa a ente inventa e cria em nosso querer. Como este tempo, que não existe, não é de ninguém, a gente toma este tempo e cobra delas o único lugar que o imaginário pode morar: a vida.
Semana passava eu dialogava com um irmão meu – irmão que a vida que deu-. A gente precisa de ciclos para falar de vocês e seus sonhos e desejos, companheiras, entre nós homens. Dialogar sobre machismo com mulheres feministas ou não. Precisa de ser um tema nosso. Tem de ser tema dos ciclos, bem como outros temas que nos fere como gente na vida. Mas, tá demais.

Não é conversa para aplauso. Não é papo para se aparecer. É uma tristeza que mancha diariamente com sangue as páginas das vidas delas: a gente mata pela ideia de posse. A gente não saiu ainda do século XX em que elas não votavam. A gente não saiu ainda dos tempos que elas não tinham reconhecimento do trabalho. Compas, ainda a gente não saiu da idade média onde elas não gozavam. Elas hoje gozam, não por nossa vontade, mas pelo direito que elas – e todos os corpos tem de gozar.

A fase superior do machismo é o feminicídio. Quando elas falam: parem de nos matar não é somente uma frase de efeito. É o efeito de uma fase. Que fase! Uma fase que teima em na passar. Precisamos mais do que falar de machismo. Precisamos de superar. Tá puxado! Tá feio! A gente não é dono de ninguém. Porque ninguém pode ser senhor de ninguém em um tempo que não seja de escravização, compas. Desta forma, não sigamos. Não há como seguir matando tantas mulheres por nós sentirmos superiores. Pensemos! Mudemos! …

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TV Lampião

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