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“ACM Neto é anão e caloteiro”, dispara músico Manno Góes

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Na sua página do Facebook , o  músico Manno Góes cobrou ao prefeito de Salvador, ACM Neto, os pagamentos de direitos autorais aos compositores que têm suas músicas nos repertórios das festas municipais. Com um texto longo, o cantor disparou “ACM Neto é anão e caloteiro”, além de também usar outros adjetivos mais pesados, usou a montagem de  Pinóquio com a foto de ACM Neto ( famosa história infantil do boneco cujo nariz crescia sempre que o mesmo contava uma mentira) para ilustrar a história.

Confira abaixo o texto na íntegra.

Hoje é quarta, dia 20 de Setembro.

Passando aqui só para lembrar que fazem cinco anos que a prefeitura de Salvador – leia- se ACM neto (o herdeiro do avô-bandido maior do Nordeste), não paga direitos autorais.

Cada compositor de cada música que você ouviu e ouve em shows em Salvador – seja de Nando Reis ou do Psirico – não ganha direito autoral porque Neto – o aliado de Temer (aquele que diminuiu seu salário), não paga os autores.

Neto, o amigão de Aécio, no alto de sua vigarice e prepotência, acha que autores não valem nada.

Ele gosta da babação de ovo dos artistas que ele contrata para tocar em seus festivais.

Artistas que ridicularizam ele pelas costas, mas que ele, Neto (o aliado de Geddel), acha que gostam dele.

Eu entendo os artistas que o bajulam.

Usam ele, por necessidade.

Pena; porque precisamos de vozes que o associem à Geddel, Temer e à dificuldade do metrô dar certo.

Mas Neto, o aliado de Temer, a piada interna entre os artistas, acha que é querido.

Afinal, ele paga para os artistas o bajularem.

Neto, o idiota que pediu para o governo Temer não investir na Bahia para atrapalhar Rui Costa, acha que a cultura se resume à elogios de artistas pagos.

Pena que Neto, o aliado de Geddel, não percebe seu erro.

Neto, o amigão de Geddel, superfaturou as obras da Barra e do Rio Vermelho. E muito mais. Ele é super!

Super-faturamento.

Qualquer artista quer cantar nessas praças.

Mas nenhum dinheiro vai fazer uma Daniela Mercury, por exemplo, o chamar de “meu prefeito”, sabendo que Neto, o aliado de Geddel, é corrupto, golpista e caloteiro.

E quem esquecerá que seu vice é pmdb, indicado por Geddel (o homem dos 51 milhões em malas na Graca) e que tem que correr dessa lama que vocês meteram ele?

Neto, prefeito caloteiro.

Explica aí porque os autores e compositores da Bahia não merecem seu respeito.

Explica aí que papo é esse de “cidade da música”, se você guarda no bolso os valores dos autores?

Estamos falando de 30 milhões de reais.

30 milhões!

Tava aonde esse dinheiro?

Na mala do amiguinho?

O autor existe, camarada.

Sem autores, não há música.

Não uma porra de festival que você paga para bajularem seu saco.

Salvador um dia terá que pagar.

Espero, realmente, que pague no dia em que você for expulso, como seu aliado Aécio, do cenário político nacional.

Neto é um desastre.

Acabou com Salvador, com o carnaval e com nossa auto-estima.

Só otario golpista o defende. Ainda. Porque otario golpista foge igual a sapo de água quente quando vê algo que o beneficie mais.

Neto é como um idiota-útil.

Pessoas como Doria precisam de nordestinos ricos golpistas como ele para chegarem no nordeste. Mesmo que recebam ovos na testa.

Neto nos humilhou na Unesco, que não sabe como fazer para excluir salvador da lista de Cidade da Música, exigindo que nós, autores, façamos malabarismos para que nossa cidade não seja excluída do mapa mundial da música por causa de gestões corruptas.

Anão cuzao.

Você merece seus Lambes cus.

A lava jato te aguarda.

Picareta.

Caloteiro.

Golpista.

 

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AO VIVO: #DiálogosCapitais – Curitiba/PR: Bancos públicos sob ataque: desafios, riscos e perspectivas

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RIO “ATERRADO” NO ITAIGARA

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Máquinas do deputado João Gualberto, dono do Hiper ideal, que comprou terreno público vendido por ACM Neto, aterraram ontem, 5, um dos rios que passa pelo Itaigara, cometendo assim um grande crime ambiental. Esse povo não vai aprender nunca com as tragédias ambientais. Por onde as águas daquele bairro vão escoar em caso de enchentes?

Via Messias Lula da Silva

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LANÇAMENTO DO LIVRO PARA ONDE VAI A POLÍTICA BRASILEIRA?

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PARA ONDE VAI A POLÍTICA BRASILEIRA?
BREVE ENSAIO SOBRE A CRISE DE REPRESENTAÇÃO E O PÓS-IMPEACHMENT

O público interessado em entender o país encontrará no livro Para onde vai a
política brasileira? perguntas e respostas instigantes sobre os últimos acontecimentos
que marcam a crise política atual. As manifestações de junho de 2013, a Operação
Lava Jato, as eleições presidenciais de 2014, os protestos antipetistas de 2015 e o
impeachment da presidenta Dilma Rousseff são narrados de forma meticulosa pelo
autor, apresentando informações de bastidores e o que foi debatido pela imprensa,
dando um caráter objetivo e factual às análises apresentadas ao longo da obra. Tratase
de um jovem cientista político, professor e pesquisador baiano com vasta presença
em palestras, conferências, escritos em jornais, blogs e redes sociais, que oferece
novos pontos de debate sobre a política, em especial, sobre os rumos da esquerda
brasileira e do lulismo, enquanto fenômeno de representação eleitoral nos últimos
anos. Ao dialogar com os fatos, o autor oferta ao público leitor análises para quem não
vivencia a vida acadêmica e tem como ponto forte o intenso diálogo com outras obras
lançadas nos últimos anos no calor da crise política brasileira.

A escolha do autor pelo tema do livro acompanha a sua trajetória de cientista
político: busca lançar luzes sobre o futuro da política democrática no país e as raízes
das disputas societárias que não serão facilmente capturadas por uma
representatividade do sistema político decorrente das eleições de 2018. A política
brasileira tem um encontro marcado nos próximos anos com a sua definição de
república e democracia dentro do sistema político e pelas ruas do país.

O leitor ou a leitora encontrará nas páginas deste livro uma ampla
reconstituição dos fatos políticos dos últimos anos, uma viagem sobre a crise política
brasileira em diálogo com o que virá pela frente: teremos um avanço da democracia
com a construção de um novo pacto de classes, assim como fez o varguismo e o
lulismo? Ou estaremos diante de um retrocesso que fragiliza a nossa democracia e a
sociedade civil ao ponto de criarmos perigos autoritários enquanto uma armadilha
civilizatória consonante com o nosso passado colonial? Para onde vai a política
brasileira?

AUTORES
Cláudio André de Souza – Graduado, mestre e doutor em Ciências Sociais
pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Cláudio André de Souza é professor de
Ciência Política da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia AfroBrasileira
(UNILAB), campus dos Malês (BA) e professor colaborador do Programa de
Pós-Graduação em Políticas Sociais e Cidadania da Universidade Católica do Salvador
(UCSAL). Atualmente pesquisa temas relacionados à democracia, partidos políticos,
representação, participação, protestos e movimentos sociais.

 

SOBRE A EMPRESA
Localizada na cidade de Curitiba, Paraná, a Editora Appris, conta com
aproximadamente sete anos de existência. A empresa atua no ramo de publicação de
obras técnicas e científicas nas mais variadas áreas do conhecimento. Com a
experiência de seus editores, que estão há mais de 27 anos no mercado editorial, a
Appris possui um catálogo com mais de 2 mil obras publicadas e, número esse que
cresce com uma média de 60 lançamentos por mês.

CONTATO
Empresa: Appris Editora & Livraria;
Departamento: Comunicação e Marketing;
Responsável pelo Departamento: Sara Coelho
E-mail: marketing@editoraappris.com.br, Telefone: (41) 3156-4731

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