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CORRUPÇÃO: Prisão de chefe da Codesal, tido pela PF como “espécie de operador de Geddel”, põe sob suspeita gestão do órgão

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Palco da tragédia em 2015 onde morreram 11 pessoas, obra do Barro Branco se arrasta por dois anos e segue sem previsão de conclusão. Vereadora do PT visitou o local dois dias antes da prisão de Gustavo Ferraz (à dir.) e constatou que a mesma se encontra praticamente paralisada: “Dois anos depois da tragédia, só ficou pronta a 1ª etapa da obra que custou R$ 8,8 milhões”, denunciou

 

Dois dias antes do chefe da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Gustavo Ferraz, ser preso por participação no escândalo das malas de Geddel (Ferraz tinha função estratégica na Prefeitura de ACM Neto), a vereadora da oposição, Marta Rodrigues (PT), esteve na localidade do Barro Branco, no Alto do Peru. Após receber denúncia de moradores receosos com as chuvas que vem caindo nos últimos dias na capital, a vereadora do PT foi até o local, onde no último dia 30 de julho – dois anos após a tragédia de 2015 – uma obra de contenção da Prefeitura cedeu e trouxe muita apreensão aos moradores. Na ocasião, alguns deles precisaram deixar as suas casas por duas semanas até que a situação fosse regularizada (Obra de contenção da prefeitura desaba e põe em risco a vida de moradores da Av. San Martin).

Em 2015, onze pessoas morreram na localidade conhecida como Barro Branco. Desde então, obras de contenção foram iniciadas, mas, dois anos após a tragédia, ainda não foram concluídas

Na visita que fez na última quarta, a vereadora do PT disse que havia poucos funcionários da MAF Projetos trabalhando na obra de contenção das encostas, que se arrasta desde o acidente em 2015. “Dois anos depois da tragédia, só ficou pronta a 1ª etapa da obra que custou R$ 8,8 milhões. Quantos dias de medo os moradores precisarão ter até que a prefeitura decida agilizar essa obra?”, questionou. A segunda etapa da obra, que de acordo com a Prefeitura é de responsabilidade da Seinfra, tem previsão de investimento menor (R$ 3,5 milhões); a nota emitida após o acidente do dia 30 de julho também não informa a previsão para o término das obras.

Após o anúncio da prisão do ex-chefe da Codesal, o prefeito de Salvador, ACM Neto, por meio de nota, exonerou Ferraz. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, também foram encontradas digitais de Gustavo Ferraz no apartamento onde estava escondida a fortuna dos R$ 51 milhões encontrada pela Polícia Federal na última terça, 5.

Em visita na última quarta, vereadora disse que as obras da segunda etapa, cujo investimento é de R$ 3,5 milhões, seguem praticamente paralisadas

Ainda segundo a vereadora, que visitou a localidade acompanhada do padre José Carlos (pároco da região) e conversou com moradores e funcionários, há irregularidades na obra, como a estrutura do gradil entortada e grande quantidade de entulho. “Ao invés de fazer campanha antecipada no interior do estado, o prefeito deveria percorrer os bairros pobres da cidade que ele foi eleito para cuidar. Quem conhece Salvador de verdade, sabe que a prefeitura é boa apenas em fazer marketing”, criticou Marta.

No último dia 2 de agosto, logo após o desabamento da obra de contenção, além da vereadora Marta Rodrigues (PT), mais dois vereadores da oposição, José Trindade (PSL) e Aladilce (PCdoB), foram ao local para realizar averiguações.

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Espetáculo “Ô Inho… E Eu?” aborda a violência contra mulher em diversos extratos sociais

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A peça teatral trata também da auto estima feminina e o silenciamento sofrido pelas mulheres no dia a dia. Entrada é gratuita

 

O espetáculo Ô Inho… E eu?, que tem como base a violência contra a mulher no planeta, será apresentado no próximo dia 23, às 19 horas, no Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos – CEPAIA Cultural. O centro está localizado na Rua do Passo, 4, Santo Antônio Além do Carmo e a entrada é gratuita.

“Ô Inho… e eu?” tem o objetivo de refletir a opressão que silencia metade das mulheres agredidas

A proposta é uma reflexão sobre a manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram a dominação à discriminação e impedem, até hoje, o pleno avanço das mulheres, um fato cotidiano em todo o mundo.

O nome da peça é um questionamento que mulheres de diversos extratos sociais em situações diversas fazem a si mesmo, ao verem questionadas suas opções, sentimentos e conflitos. “Ô Inho… e eu?” tem o objetivo de refletir a opressão que silencia metade das mulheres agredidas, que, segundo estatísticas, não denunciam ou pedem ajuda. A peça discute também a auto-estima e a valorização feminina.

O espetáculo integra a programação do Novembro Negro, promovido pela UNEB, através do Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos – CEPAIA- Cultural e do Projeto Universidade Para Todos – UPT. O tema central de 2018 é “Reconhecimento e Educação para Igualdade”, seguindo a Década Internacional do Afrodescendente da Organização das Nações Unidas – ONU.

Durante todo o mês serão promovidas atividades de teatro, poesia, artes visuais, capoeira, fotografia e cinema.Em todos os eventos haverá debates e discussões sobre a questão da igualdade racial.

SERVIÇO

O quê: Espetáculo: Ô Inho… e eu?

Quando: 23 de novembro, às 19 horas

Onde: Rua do Passo, 4 – Santo Antônio Além do Carmo, em frente à Igreja do Carmo (Instituto Estive Biko)

Direção: Rafael Manga

Elenco: Alan Luís, Diane Rebouças, Lívia Ferreira ,Marcelo Teixeira, Marisa Andrade, Silvânia, Rita Santiago

Mais informações: 71 99242-1505

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MP da privatização da água é barrada na Câmara dos Deputados

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Parlamentares da oposição e entidades do setor do saneamento conseguiram impedir votação nesta terça-feira (13/11)

 

Os movimentos em defesa da água conquistaram importante vitória nesta terça-feira (13/11), ao impedir a votação da Medida Provisória 844/18, conhecida como MP da privatização da água. A obstrução dos partidos da oposição, impediu que a medida entrasse em votação durante a sessão deliberativa extraordinária de hoje.

“Essa é a primeira grande derrota do consórcio Temer/Bolsonaro; a obstrução da oposição, em especial a do PT, foi que organizou essa grande vitória”, comemorou o deputado federal Afonso Florence, que integrou a comissão mista responsável por avaliar a MP 844 e esteve à frente das negociações com os líderes do governo, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e André Moura (PSC-SE), e o ministro das cidades Alexandre Baldy.

Após sucessivas rodadas de negociação entre governo e oposição, não foi possível chegar a uma proposta de consenso e foi mantida a obstrução. Como a medida perde a validade na próxima segunda-feira (19/11) e o governo reconheceu que não conseguiria derrubar a obstrução posta pelo PT, resolveu sequer ler a MP.

Ao longo dos últimos meses, entidades que atuam no setor do saneamento como a Associação Brasileira de Empresas Estaduais de Saneamento (AESB), Associação Brasileira de Serviços Municipais de Saneamento (ASSEMAE), a  Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), a Associação Brasileira de Municípios (ABM) e a Federação Interestadual de Sindicato de Engenheiros (Fisenge), trabalharam pela derrubada da MP.

A medida também enfrentou oposição de governadores. Vinte e dois deles assinaram documento contrário à MP 844, o que contribuiu muito para mobilização pela derrubada.

Na avaliação dos especialistas, a medida traria aumento de tarifas e diminuição da qualidade dos serviços. Entre os pontos polêmicos, estava o Artigo 10-A, dispositivo que acabava com o subsídio cruzado. Na legislação vigente, esse mecanismo permite que empresas de saneamento invistam nos municípios pequenos, e equilibrem sua tarifa a partir da receita obtida nos municípios superavitários.

Para isso, a medida obrigava a abertura de chamada pública para empresas privadas, para prestação do serviço de água e esgoto. “Assim, nos grandes municípios, as empresas privadas é que operariam os sistemas  e aumentariam a tarifa buscando lucro. Nos pequenos municípios as empresas estaduais continuariam operando, sem a possibilidade de usar o subsídio cruzado, e as tarifas também seriam majoradas”, explicou Florence.

Toda essa disputa foi acompanhada de perto pelo grupo de transição de Bolsonaro.  Agora, esta importante derrota do governo Temer coloca em alerta o governo Bolsonaro que quer aprovar, ainda este ano, algumas das suas medidas impopulares, como a Reforma da Previdência.

Fotos: Gustavo Bezerra / PT na Câmara

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“Bolsonaro ama os homossexuais, mas não podemos aceitar minorias”, dispara Irmão Lázaro

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O deputado federal Irmão Lázaro (PSC) entoou canções evangélicas durante o ato pro-Bolsonaro no Farol da Barra, na manhã deste domingo (21).

“Meu coração é do meu mestre”, disse o parlamentar. “Na quinta-feira estive na casa de Jair Bolsonaro e ele está bem. Não fui conversar com ele sobre cargos ou posição na política, porque isso não me interessa. Fui falar sobre vocês”, discursou.

O baiano atacou o movimento LGBT. “Essa ideologia de gênero será banida das escolas”, bradou, sendo aplaudido pelos militantes. “Bolsonaro ama os homossexuais, mas não podemos aceitar minorias”.

Lázaro foi derrotado no primeiro turno da eleição, quando se candidatou ao Senado na chapa majoritária de José Ronaldo (DEM).

Fontes: Bocão News e Tribuna da Bahia

 

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