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Bahia

Ferraz tinha função estratégica na prefeitura de ACM Neto

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Alvo de pedido de prisão preventiva da Polícia Federal, ele é suspeito de ajudar o cacique do PMDB da Bahia a esconder as malas de dinheiro que continham R$ 52 milhões em um apartamento na Graça.

SALVADOR – Preso na manhã desta sexta-feira (8), juntamente com o ex-ministro Geddel Vieira Lima, o advogado Gustavo Ferraz exercia uma das funções mais importantes dentro da gestão de ACM Neto (DEM), na Prefeitura de Salvador. Era pelo órgão dele, a Defesa Civil (Codesal), que passavam os recursos para prevenção e reparos em danos ocasionados por desastres naturais como as previsíveis chuvas que caem todos os anos na capital baiana.

Tido como um quadro eficiente e ambicioso, Gustavo Ferraz foi, em 2016, candidato a vice-prefeito pelo PMDB na chapa encabeçada por Matheus Reis, tucano escolhido por ACM Neto para enfrentar a petista Moema Gramacho, que acabou sendo eleita prefeita de Lauro de Freitas. A preferência de Neto por Reis e Ferraz acabou fritando o ex-vereador Chico Franco, que deixara o PC do B para uma candidatura própria pelo DEM à Prefeitura do município que integra a Região Metropolitana de Salvador.

Após a derrota nas urnas, Gustavo Ferraz, se tornou, assim como Fábio Mota – titular da Secretaria da Mobilidade Urbana (Semob) –um dos nomes fortes de Geddel Vieira Lima junto a ACM Neto na Prefeitura de Salvador.

Para se ter uma ideia da importância do cargo de Ferraz, veja as seguintes informações. De acordo com a própria Administração Municipal, este ano estavam previstos investimentos de R$ 71 milhões na Operação Chuva, que foi coordenada pela Codesal. À época, foram anunciados aportes tecnológicos para o monitoramento de encostas e também aquisições de mantas plásticas para a prevenção de deslizamentos de terra.

Em caso de tragédias graves como desabamentos com vítimas, além de situações de risco, a Defesa Civil pode ter acesso a recursos dos governos federal e estadual para fazer inúmeras ações sem a necessidade de licitação. Além disso, o órgão municipal é uma central de fazer política e catapultar possíveis candidatos a vereador, por isso um dos mais cobiçados e somente entregue a quadros de partido de grande envergadura.

ACM Neto exonerou Ferraz para livrar-se da sujeira

Após a prisão de Ferraz, o prefeito de Salvador, ACM Neto exonerou sumariamente o diretor-geral da Codesal, Gustavo Ferraz. A ideia é livrar-se do “cadáver” que poderia contaminar o seu ambiente com o mau cheiro da sujeira entranhada nos R$ 52 milhões encontrados em um apartamento na Graça.

 

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Bahia

Supremo Tribunal de Justiça nega a federalização do julgamento da ‘Chacina do Cabula’

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou ontem (28) o pedido do Ministério Público Federal (MPF) para federalizar as investigações sobre a operação da Polícia Militar (PM) que resultou na morte de 12 pessoas e deixou seis feridos, conhecida como a Chacina do Cabula, ocorrida em fevereiro de 2015, em Salvador.

Ao analisar a questão, a Terceira Seção do tribunal entendeu não que foram cumpridos os requisitos processuais para aceitação do pedido de deslocamento de competência e que não foram encontradas evidências de que a Justiça estadual não julga o caso com imparcialidade.

Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/Bahia, Jerônimo Mesquita, a federalização acontece quando existem graves violações de direitos humanos como aconteceram na  ‘Chacina do Cabula’. “Seria melhor se fosse ponto federal, pois o Estado Federal é mais isento, o Tribunal fica em Brasília, menos próximo das paixões locais. A pressão que se pode exercer sobre a Justiça é menor sendo federal. Vamos continuar acompanhando e continuar batalhando para que a justiça seja feita”, afirma.

Confira a matéria completa do BA TV

 

Com informações da Agência Brasil e BA TV.

 

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Bahia

Opinião: Senhor presidente

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Senhor presidente,

Foi a ousadia do plano, meu chapa! Foi a audácia. Foi a coragem de contrapor a história. Foi um querer reposicionador de governantes e governados. Foi o sonho. Não foi crime.

Não se precisa de crime quando a sentença já se é dada ao nascituro. Não precisa de crime quando o juiz é um promotor de acusação. Não precisa de crime se a imparcialidade judicial é o que orienta a decisão, Presidente.

Presidente, ninguém o afastará da história da gente. Pai da segunda abolição da escravatura brasileira. Patrono dos primeiros empobrecidos nas universidades; lembrador dos esquecidos do Brasil. Levanta!

Levanta a vista ainda que somente veja as paredes que o cerca. Escreva durante a insônia e se tiver vontade chore. Não pelo lugar que está, mas pelo lugar que transformou.

Regozije pelo povo que não morre mais de sede, pelas crianças com alimentação saudável, pelo pleno emprego, pelas famílias com casas e, acima de tudo, pela autoestima levantada deste povo, presidente!

A história do Brasil foi recontada. A maldade desta “gentes” não suplantará nosso amor. Continuaremos a amar e a respeita-lo. Sabemos de onde viemos e para onde queremos ir, presidente.
Se a primavera não chega agora a gente planta as flores e vamos regrando com as águas que inundam as mentes de quem sonha e luta. Ela haverá de chegar!
Senhor presidente, sigamos!

Jocivaldo dos Anjos. 24/11/2019

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Bahia

Espetáculo “Ô Inho… E Eu?” aborda a violência contra mulher em diversos extratos sociais

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A peça teatral trata também da auto estima feminina e o silenciamento sofrido pelas mulheres no dia a dia. Entrada é gratuita

 

O espetáculo Ô Inho… E eu?, que tem como base a violência contra a mulher no planeta, será apresentado no próximo dia 23, às 19 horas, no Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos – CEPAIA Cultural. O centro está localizado na Rua do Passo, 4, Santo Antônio Além do Carmo e a entrada é gratuita.

“Ô Inho… e eu?” tem o objetivo de refletir a opressão que silencia metade das mulheres agredidas

A proposta é uma reflexão sobre a manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram a dominação à discriminação e impedem, até hoje, o pleno avanço das mulheres, um fato cotidiano em todo o mundo.

O nome da peça é um questionamento que mulheres de diversos extratos sociais em situações diversas fazem a si mesmo, ao verem questionadas suas opções, sentimentos e conflitos. “Ô Inho… e eu?” tem o objetivo de refletir a opressão que silencia metade das mulheres agredidas, que, segundo estatísticas, não denunciam ou pedem ajuda. A peça discute também a auto-estima e a valorização feminina.

O espetáculo integra a programação do Novembro Negro, promovido pela UNEB, através do Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos – CEPAIA- Cultural e do Projeto Universidade Para Todos – UPT. O tema central de 2018 é “Reconhecimento e Educação para Igualdade”, seguindo a Década Internacional do Afrodescendente da Organização das Nações Unidas – ONU.

Durante todo o mês serão promovidas atividades de teatro, poesia, artes visuais, capoeira, fotografia e cinema.Em todos os eventos haverá debates e discussões sobre a questão da igualdade racial.

SERVIÇO

O quê: Espetáculo: Ô Inho… e eu?

Quando: 23 de novembro, às 19 horas

Onde: Rua do Passo, 4 – Santo Antônio Além do Carmo, em frente à Igreja do Carmo (Instituto Estive Biko)

Direção: Rafael Manga

Elenco: Alan Luís, Diane Rebouças, Lívia Ferreira ,Marcelo Teixeira, Marisa Andrade, Silvânia, Rita Santiago

Mais informações: 71 99242-1505

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