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Aliado de velhos corruptos, MBL promete protesto hoje na Fonte Nova

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Aliados de velhos corruptos do país, membros do Movimento Brasil Livre (MBL) prometem protesto contra o ex-presidente Lula, que visita hoje Salvador como parte da Caravana “Lula pelo Brasil”. Desde quando ganhou notoriedade, o MBL tem se mostrado bastante seletivo na organização de mobilizações para “defender” o país. Nos momentos cruciais, como as recentes denúncias de corrupção passiva apresentadas pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, contra Michel Temer, não se percebeu nenhuma movimento do grupo em sua bandeira predileta da luta anti-corrupção.

MBL foi um dos fervorosos defensores, junto com a Fiesp, da derrubada da ex-presidente Dilma. Sob Temer, mesmo com anúncios de reajuste de gasolina, ameaças de correção na tabela do IR, o MBL se recusa a criticar o governo

No início do segundo mandado de Dilma, os membros do MBL eram vistos marchando lado a lado com o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. No ano seguinte, o mesmo Cunha iria ser preso, em outubro de 2016, e condenado a 15 anos e quatro meses de prisão pela Operação Lava Jato.  Dentre os processos que responde está a acusação do Ministério Público Federal (MPF) de receber propina em contrato da Petrobras para a exploração de petróleo no Benin, na África.

DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS – Já Temer, que salvou-se da investigação pedida pela PGR recentemente em votação na Câmara dos Deputados, foi denunciado pela PF por obstrução da Justiça e pelo procurador-geral, Rodrigo Janot, por corrupção passiva. No mês de abril, o ex-deputado e assessor da presidência, Rodrigo Rocha Loures, foi filmado saindo de um restaurante em São Paulo com uma mala que continha R$500 mil reais. De acordo com a PGR, essa quantia se destinava à Michel Temer como pagamento de propina da JBS (que fechou acordo de delação premiada).

Card que circula pela rede social WhatsApp. Assinado pelo núcleo baiano do Movimento, o MBL local não protestou contra Geddel Vieira Lima, preso e encaminhado para o presídio da Papuda, em Brasília

E não para por aí. O MBL também se manteve próximo ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, que cumpre prisão domiciliar sem as tornozeleiras eletrônicas. Velha raposa da política, Geddel está sendo investigado pela operação “Cui Bono” da PF, que identificou fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica Federal entre 2011 e 2013, além de ser citado também nos áudios de denúncia feita pelo empresário Joesley Batista.

 

 

 

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Brasil

Mulheres convocam Assembleia Mundial contra o machismo, o racismo, LGBTfobia e por democracia.

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Contra o machismo, o racismo, a LGBTfobia e por democracias

As mulheres do planeta, sem distinção, são forças de resistência a todas as formas de opressão, desigualdade, discriminação, e estão dispostas a tomada de atitudes coletivas para frear esse processo histórico de dominações violentas que as subjuga. As mulheres negras, indígenas e de etnias não brancas enfrentam o racismo como fator estruturante de suas vidas e da sociedade, e exigem o levante de todas as vozes e ações para pôr fim a uma realidade mundial de violência e invisibilidade que lhes é imposta. As trabalhadoras, as donas de casa, as jovens estudantes, as moradoras docampo, das cidades e das florestas, todas sem distinção são vítimas dos atos e mentalidades do sistema patriarcal e da dominação do mundo pelo capital, e estão determinadas a lançar mão do poder que detêm para mudar os sistemas
políticos e econômicos que as sujeitam. No Brasil e na América Latina, somam suas lutas contra o machismo e o racismo, às estratégias urgentes de defesa das democracias e para impedir o uso das armas do Estado contra a própria sociedade – as mesmas armas que se voltam contra seus filhos, na produção de um aterrorizante genocídio da juventude negra. As mulheres que  lutam por direitos humanos, sociais, políticos, culturais, sexuais e reprodutivos, todas compartilham a dor inconsolável provocada pela epidemia dos feminicídios, a misoginia, o controle do corpo das mulheres por estados e religiões, as violações como armas de guerra e a criminalização da condição feminina em todos os níveis das relações sociais. A reversão desse cenário de horrores naturalizado pela sociedade exige a pactuação de todas.

No Fórum Social Mundial 2018, que acontecerá em Salvador, Bahia, organizações, movimentos e coletivos feministas e de luta das mulheres convocam a Assembleia Mundial das Mulheres, no dia 16 de Março, às 9 horas, como atividade única e exclusiva do Fórum nessa manhã, em torno de uma agenda das lutas universais e inadiáveis.

Às mulheres da Bahia e de todo Brasil se juntarão às organizações e redes feministas internacionais e às ativistas das diversas regiões do mundo, a exemplo das curdas, palestinas, africanas, asiáticas, latino americanas e afro-caribenhas, que já confirmaram participação ativa.

O FSM e a Assembleia farão ecoar entre todas as organizações e movimentos reunidos no grande encontro de Salvador as agendas mundiais do 8 de Março, reafirmando o sentido convocatório de suas bandeiras de luta.

A Assembleia Mundial das Mulheres terá, em especial, a tarefa coletiva de convocar uma frente de ação e articulação internacional em torno de dez pontos inegociáveis na luta das mulheres.

Para o debate, definição e promoção desta agenda unificada, a Assembleia Mundial das Mulheres é convocada pelas organizações signatárias abaixo e demais que venham a aderir e reforçar a mobilização para fazer desse um grande encontro e debate feminista mundial.

Fórum Nacional de Mulheres Negras – FNMN
Marcha Mundial de Mulheres – MMM
União Brasileira de Mulheres – UBM – AMNB
Articulação Nacional de Mulheres Negras Brasileiras
Rede de Mulheres Negras
Rede Mulher e Mídia
Geledés
Ciranda
Rede de Mulheres – Renfa
Feminista Anti Proibicionista
Rede de Mulheres Afrolatinoamericanas, Caribenhas e da
Diáspora
Centro de Documentação e Memória Negra – IROHIN

ASSINE TAMBÉM AQUI

Contato: amm@fsm2018.org

Dia: 16 de março de 2018
Local: Salvador – Bahia
Horário: 9h

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Bahia

Nome de ACM em Centro de Convenções é ilegal, aponta Trindade

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O vereador José Trindade (PSL), vice-líder da bancada de oposição, vai recorrer aos meios legais para questionar, na Câmara Municipal de Salvador, vícios de legalidade identificados na proposta que tenta batizar de Antônio Carlos Magalhães o futuro Centro de Convenções planejado pela prefeitura de Salvador.

O questionamento feito por Trindade, com fim de anular a proposta, baseia-se na Lei Municipal Nº 8636/2014, assinada pelo próprio prefeito de Salvador, ACM Neto, que veda a denominação de vias, logradouros e prédios públicos com o nome, sobrenome ou cognome de indivíduos que “te

 

nham cometido crime de lesa-humanidade ou violação de direitos humanos; participado ou colaborado em golpes militares, atentados à democracia ou regime ditatoriais; que tenham sido acusados de prática de tortura ou tenham se apropriado ilicitamente do dinheiro público”.

Antônio Carlos Peixoto de Magalhães (1927-2007) colaborou com o regime militar pelo menos duas vezes. Na primeira, entre 1967 e 1970, ocupou o cargo de prefeito de Salvador ao ser indicado para a função pelo então governador da Bahia Luiz Viana Filho, que ocupava o cargo a mando dos militares. Já em 1971 foi o próprio ACM o indicado para o cargo de governador do estado, pelo general e terceiro presidente do período ditatorial, Emílio Garrastazu Médici.

“Nossa oposição a essa homenagem tem o objetivo de apontar esse erro na proposta, que é ilegal, mas também tem a finalidade de lembrar de todos aqueles que foram torturados e mortos por um regime tão cruel, como foi o regime militar, e com o qual a família Magalhães contribuiu ativamente aqui na Bahia”, afirmou o vereador José Trindade.

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Bahia

Inscrições abertas para Fórum Social Mundial 2018 (FSM 2018)

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As inscrições para o Fórum Social Mundial 2018 (FSM 2018) já estão abertas no site www.fsm2018.org. Os interessados podem se inscrever nas modalidades: Participante, Comitê e Grupo de Trabalho, Entidade, Atividades, Inscrições Solidárias e Casos Especiais. O prazo para as inscrições vai até o dia 20 de fevereiro de 2018, com exceção para as inscrições de participantes e de organizações que podem ser feitas online, até o dia 10 de março, e no local durante o evento.

O FSM 2018 será realizado entre os dias 13 e 17 de março do ano que vem e terá como território principal o Campus de Ondina, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), mas outros espaços de Salvador também abrigarão atividades do evento. Do Parque do Abaeté, em Itapuã, ao Parque São Bartolomeu, no subúrbio, vários locais se tornarão territórios de diálogo e convergência do Fórum.

Apenas coletivos ou organizações podem inscrever Atividades que farão parte da programação do Fórum, e que serão autogestionadas. Ou seja, as organizações devem ficar responsáveis por definir os nomes de palestrantes e suas presenças em Salvador, por meios próprios e seu formato das atividades. Já a organização do FSM 2018 garantirá o espaço para a realização da atividade proposta e divulgação da mesma na programação no site do Fórum.

Resultado de um longo processo de diálogo no Coletivo Brasileiro e consultas nacionais e internacionais, as Atividades poderão ser inscritas a partir de 19 eixos temáticos, que vão da “Comunicação e Mídia Livre”, passando por “Migrações” e “Vidas Negras Importam”.

Para a edição do FSM 2018, a novidade é unir aos eixos, lemas e bandeiras com o intuito de contribuir ao processo de mobilização e articulação das resistências entre si, que são abertos e podem ser propostos por redes, plataformas, organizações e movimentos sociais. Alguns lemas já sugeridos em consultas feitas no site do Fórum são: “A vida não é mercadoria”, “Nada sobre nós, sem nós”, “Cidadania sem Fronteiras”, entre outros.

Os eixos temáticos do FSM 2018 são:

Ancestralidade, Terra e Territorialidade;

Comunicação, Tecnologias e Mídias livres;

Culturas de Resistências;

Democracias;

Democratização da Economia;

Desenvolvimento, Justiça Social e Ambiental;

Direito à Cidade;

Direitos Humanos;

Educação e Ciência, para Emancipação e Soberania dos Povos;

Feminismos e Luta das Mulheres;

Futuro do FSM;

LGBTQI+ e Diversidade de Gênero;

Lutas Anticoloniais;

Migrações;

Mundo do Trabalho;

Um Mundo sem Racismo, Intolerância e Xenofobia;

Paz e Solidariedade;

Povos Indígenas;

Vida Negras Importam

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