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Brasil

Senadores da Bahia querem explicação do Banco do Brasil para bloqueio de verba para o Estado

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A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) apresentou requerimento convidando o presidente do Banco do Brasil a comparecer à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para esclarecer a não assinatura dos contratos de crédito, com garantia, a serem celebrados entre a União e o Estado da Bahia, no valor de 600 milhões de reais. Os senadores baianos Otto Alencar (PSD) e Roberto Muniz (PP) também assinaram o pedido.

Os recursos, que foram aprovados no primeiro semestre deste ano, serão destinados a investimentos nas áreas de educação; mobilidade urbana; infraestruturas urbana, regional e viária.  A liberação contou com parecer favorável da Secretaria de Tesouro Nacional, da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e do Ministério da Fazenda, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 13 de julho último. Da publicação oficial também constam os prazos fixados para a concessão do empréstimo e respectivas garantias. No entanto, até o momento, a diretoria do Banco do Brasil não assinou a liberação do empréstimo.

A bancada baiana do Senado seguirá cobrando posição do governo. “Temos o dever de denunciar essa situação de sabotagem aos baianos. Não vamos descansar enquanto não houver a reversão desse quadro”, disse Lídice.

Retaliação – Esta semana, no plenário do Senado, os senadores Otto e Lídice fizeram duras críticas à demora em liberar os recursos. A recusa na assinatura dos contratos é vista, pelos parlamentares, como retaliação política ao governo do Estado.

Lídice lembrou que enquanto travam o empréstimo ao governo do Estado, a bancada baiana se empenhou em aprovar, também no primeiro semestre, outro empréstimo solicitado pelo prefeito de Salvador, ACM Neto. “Com esta atitude de retaliação, não estão fazendo mal somente ao governo do Estado, mas a todo o povo baiano”, disse Lídice, lembrando que, quando prefeita da capital baiana, também sofreu este tipo de retaliação. “Esse DNA da perseguição eu conheço de perto”, afirmou.

Otto disse que o empréstimo não é um favor: “É um direito do Estado da Bahia, que está organizado do ponto de vista fiscal. Não é uma bonificação, como as concedidas pelo governo Temer a alguns estados endividados”. Ainda segundo o senador, o governo federal havia se comprometido a liberar o empréstimo exatamente pela capacidade fiscal e de contrapartida do Estado da Bahia.

Na opinião do senador Roberto Muniz, a união da bancada da Bahia é importante para impedir a retirada de direitos dos baianos: “Estamos juntos lutando para que não seja subtraído nenhum direito do povo baiano”, acrescentou.

 

Foto: Jornal O Sollo

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Bahia

MOVIMENTOS SOCIAIS SE PREPARAM PARA PROTESTAR NO VERÃO DE SALVADOR

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Movimentos sociais na Bahia já se organizam para participar das atividades de verão na Bahia com Protestos e resistência ao golpe de estado no Brasil promovido pelo presidente ilegítimo em exercício Michael Temer. Movimentos como o Coletivo de Ação Fora Temer (CAFT), Filhos e Filhas de Marx, Médicos Pela Democracia, Transbatucada, sindicatos, entre outros, já se articulam para a formação de um movimento unificado para participar dos festejos de verão em Salvador, com muita luta e resistência, respeitando, é claro, os rituais religiosos presentes nas festividades baianas.

No CAFT os preparativos já começaram para as festas da Lavagem do Bonfim, Iemanjá, Carnaval, Dia da Mulher e Fórum Social Mundial (que ocorrerá este ano na cidade de Salvador nos dias 13 a 18 de março). Prometendo uma festa irreverente, com a presença de diversos artistas consagrados na Bahia, bastante música, percussão, Nanotrio, Djs, palavras de ordens, paródias e articulação com diversos movimentos sociais, o Coletivo de Ação Fora Termer promete deixar sua marca impressa no Bonfim através de muita arte, graciosidade, música, paródias e palavras de ordens, se configurando num movimento de luta e resistência dentro das atividades festivas de Salvador.
Mais informações ZAP: (71) 98853-2305, (71) 9 9190-2845

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Bahia

RUI COSTA 64 X 14 ACM NETO

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No clássico baiano para ver quem se torna o melhor gestor público o governador da Bahia Rui Costa (PT) está dando de lavada no prefeito ACM Neto (DEM). Segundo pesquisa divulgada pelo portal G1, nesta terça feira, dia 02 de janeiro, o governador da Bahia lidera o ranking nacional com 64% de projetos executados ou em andamento das promessas feitas na campanha em 2014, se tornando o maior gestor do Brasil, além de ter as suas contas aprovadas no TCU, que não é o caso do prefeito de Salvador.

Bem longe disto, aparece o prefeito de Salvador ACM Neto com apenas 14% dos projetos executados ou em execução, bem abaixo da média nacional que é de 32% de execução de projetos pós-campanha.
Portanto, no embate direto entre os dois candidatos, o governador Rui Costa está dando uma verdadeira lavagem de competência e trabalho sobre o prefeito de Salvador, cujas ações se concentram basicamente em Festas, Asfaltos, Praças e Multas de Trânsito.

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Bahia

Por que a gente homem mata tantas mulheres?

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Por Jocivaldo Dos Anjos

Elas estão certas no meio de tanta gente errada. A gente, que mata, não pode estar certa. Jamais que mata tanto pode estar certa. A ideia do imperialismo masculino como a fase superior do machismo: a ideia da posse que orienta a ideia do posso. Meus “compras”, a gente não pode. A gente não pode poder desta forma.

A gente se acha donos dos corpos, das almas, dos sonhos, dos querer, do pensamento, da manhã, da tarde, da noite… e, caso elas não tenham tempo de serem nossa a ente inventa e cria em nosso querer. Como este tempo, que não existe, não é de ninguém, a gente toma este tempo e cobra delas o único lugar que o imaginário pode morar: a vida.
Semana passava eu dialogava com um irmão meu – irmão que a vida que deu-. A gente precisa de ciclos para falar de vocês e seus sonhos e desejos, companheiras, entre nós homens. Dialogar sobre machismo com mulheres feministas ou não. Precisa de ser um tema nosso. Tem de ser tema dos ciclos, bem como outros temas que nos fere como gente na vida. Mas, tá demais.

Não é conversa para aplauso. Não é papo para se aparecer. É uma tristeza que mancha diariamente com sangue as páginas das vidas delas: a gente mata pela ideia de posse. A gente não saiu ainda do século XX em que elas não votavam. A gente não saiu ainda dos tempos que elas não tinham reconhecimento do trabalho. Compas, ainda a gente não saiu da idade média onde elas não gozavam. Elas hoje gozam, não por nossa vontade, mas pelo direito que elas – e todos os corpos tem de gozar.

A fase superior do machismo é o feminicídio. Quando elas falam: parem de nos matar não é somente uma frase de efeito. É o efeito de uma fase. Que fase! Uma fase que teima em na passar. Precisamos mais do que falar de machismo. Precisamos de superar. Tá puxado! Tá feio! A gente não é dono de ninguém. Porque ninguém pode ser senhor de ninguém em um tempo que não seja de escravização, compas. Desta forma, não sigamos. Não há como seguir matando tantas mulheres por nós sentirmos superiores. Pensemos! Mudemos! …

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