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Deputados baianos denunciam ACM Neto por campanha eleitoral antecipada

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Nesta sexta- feira(4), os deputados federais Robinson Almeida e Afonso Florence, ambos do PT, apresentaram uma representação no Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) contra o prefeito de Salvador, ACM Neto, por crime de responsabilidade. Os parlamentares afirmam que o prefeito de Salvador está em meio a uma campanha antecipada ao deixar a administração da cidade na sexta-feira(28 de julho) e sábado(29 de julho) para viajar por outros municípios baianos.

O deputado federal Afonso questionou o financiamento das viagens do prefeito de Salvador pelo interior da Bahia

Durante o momento da representação, os parlamentares compartilharam um vídeo mostrando como foi feita a denúncia. O deputado Robinson Almeida declarou que o prefeito viajou junto com uma comitiva aos destinos baianos. “Junto com vários assessores, entre eles, o vice-prefeito e o chefe de gabinete; ele se dirigiu ao município de Jacobina para fazer campanha eleitoral antecipada. Então há farta documentação aqui com as matérias publicadas desse registro que estamos falando aqui, onde ele vai para o interior do Estado e comete o crime de responsabilidade”, disse o deputado.

Robinson lembrou que ACM Neto foi eleito prefeito de Salvador, e não de Jacobina

Robinson ressaltou ainda que o prefeito deveria tomar conta dos problemas existentes na cidade. “Ele foi eleito para cuidar dos problemas da cidade de Salvador, ele não foi eleito em Jacobina”, afirmou.

Para o deputado Afonso Florence, a ação de ACM Neto deve ser investigada e também é uma forma de inibir que continue acontecendo. “Temos que apurar com que recursos ele fez esse movimento. Está em campanha ou fazendo uma agenda positiva, mas quem está financiando isso? Tem que ter prestação de contas, porque ele tem que dizer como ele faz esse gasto no horário administrativo. Isso é muito importante porque se não houver um freio agora ele perseverará até as eleições”, disse o parlamentar, que também é o líder da oposição no Congresso Nacional.

 

Foto de capa: Site Informe Baiano

 

 

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Bahia

“O Nordeste tem um manual de bruxaria para crianças”, diz Damares

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Fala da ministra vem à tona na semana em que o presidente Bolsonaro inicia ofensiva no Nordeste, região onde ele tem menor popularidade

 Mais uma fala polêmica da ministra Damares Alves ganhou repercussão nas redes sociais. Durante uma pregação evangélica feita na Primeira Igreja Batista de João Pessoa, Damares afirma que “está chegando no Nordeste um manual prático de bruxaria para crianças de seis anos”. Segundo ela, o suposto material ensina a como ser bruxa, como fazer roupa e comida de bruxa, além de ensinar as crianças a produzirem a vassoura de bruxa em sala de aula.
O discurso de Damares foi feito antes de ela ocupar o cargo de ministra. O seu resgate nas redes sociais, no entanto, não favorece uma das próximas agendas do governo. Na sexta-feira 24, o presidente Bolsonaro viaja para o Nordeste com a intenção de fazer uma ofensiva na região onde tem menos popularidade – estão previstas a entrega de casas populares e o anúncio de mais verbas para obras de infraestrutura.
Dados do Ibope mostram que apenas 25% dos entrevistados dos estados do Nordeste aprovam a administração de Bolsonaro, 29% a consideram “regular”, 40%, “ruim” ou “péssimo”. Os índices são bem diferentes dos encontrados no Sul do País, por exemplo, onde 44% dos entrevistados aprovam o governo.

A desaprovação no Nordeste é algo que o pesselista enfrenta desde as eleições. O Nordeste foi a única região em que Bolsonaro perdeu para Fernando Haddad, candidato à presidência pelo PT. Foram 69,7% dos votos válidos para o petista (20,3 milhões) contra 30,3% para o capitão do Exército (8,8 milhões).

A hashtag #NordesteCancelaBolsonaro permanece entre os assuntos mais relevantes do Twitter nesta terça-feira 21. Durante sua campanha presidencial, Bolsonaro também fez declarações polêmicas sobre os nordestinos, quando questionado se o combate ao preconceito seria uma tônica do governo. “Tudo é coitadismo. Coitado do negro, coitada da mulher, coitado do gay, coitado do nordestino. Coitado do piauiense. Tudo é coitadismo no Brasil, nós vamos acabar com isso”. Pelo visto, a viagem vai acontecer sem o tom de boas-vindas.

MATÉRIA COMPLETA CARTA CAPITAL

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Bahia

VÍDEO: nos EUA, Bolsonaro chama estudantes de “idiotas úteis”, “imbecis” e “massa de manobra”

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VÍDEO: nos EUA, Bolsonaro chama estudantes de “idiotas úteis”, “imbecis” e “massa de manobra”

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Bahia

Marta diz que proibição de baleiros não é solução e acentua a desigualdade: “criminaliza o trabalhador informal”

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Líder do PT na Câmara de Salvador, a vereadora Marta Rodrigues disse, nesta segunda-feira (8), que a decisão de proibir a entrada de baleiros nos ônibus de Salvador não vai resolver a questão da segurança nos ônibus, e sim intensificar a desigualdade social na capital baiana.

“Impõe mais dificuldade e restrição para o trabalhador informal, que vive um grave cenário de desemprego na capital”, afirmou.

Segundo ela, a relação que está sendo feita do número de assaltos com os baleiros não tem fundamento nem está nos registros das ocorrências. “Os casos de assalto são por diversas razões. A vulnerabilidade do sistema de transporte é um recorte da nossa realidade, impedir o trabalhador informa de trabalhar parece mais uma faxina étnica, excluir os baleiros dos ônibus e criminalizar um trabalhador”, disse.

A vereadora do PT destaca o respeito ao Sindicato dos Rodoviários, categoria que, segundo ela, vem sofrendo com o descaso da prefeitura e do empresariado em relação às condições de trabalho. “Os rodoviários vivem sob pressão constante de cumprimento de metas, dirigem mais do que a carga horária num trânsito caótico, sofrem ameaças cotidianamente, e passam por situações de risco. Eles são vítimas como todos. Precisamos encontrar uma saída para todos os trabalhadores”, ressaltou.

Para a vereadora, não existe nada que justifique a proibição dos baleiros. “Em que dado se se tem como base para justificar a proibição de baleiros e concluir que eles são o problema da segurança pública? Não podemos, no afã de resolver um problema, tomar medidas que criminalizem pessoas, que entre passar fome ou vender, escolheram vender”, justifica.

 

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