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Professores municipais em campanha salarial lutam por direitos da categoria

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Professores da rede Municipal de Ensino enfrentam uma dura batalha contra a Prefeitura de Salvador, na luta pelos seus direitos. Sem sucesso nas negociações com o executivo municipal, a categoria voltou a protestar nesta quinta-feira (3), na Praça da Piedade. Os profissionais estão em seu segundo dia de paralisação.

Em campanha pelo reajuste salarial, os profissionais defendem também condições dignas de trabalho, já que recentemente denunciaram a falta de materiais escolares e merendas nas escolas municipais. Após recusarem proposta do executivo municipal, a categoria se mobiliza para obter alguma decisão favorável da gestão de ACM Neto.

Em contato com a Mídia Lampião, a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), Elza Melo, explicou quais são as solicitações feitas pela categoria. “Tivemos um assembléia essa semana e aprovamos uma contraproposta para apresentar para o executivo municipal. Saímos do reajuste de 19% para 10%. Apresentamos também uma concessão de duas referências na tabela salarial que equivale a 2,5% e a outra a mudança de nível dos professores que aguardam a mais de três anos.”

Elza esclareceu ainda que a proposta feita pela Prefeitura de Salvador não foi aprovada pelos profissionais. “O executivo municipal até o momento só apresenta reajuste zero, e apenas concede uma referência na tabela que equivale a 2,5% sem contemplar os professores do sistema Reda e os aposentados. Além disso, oferece um abono de 5% somente para o mês de dezembro. Por isso, a categoria não aceitou.”, explicou Elza.

De acordo com Elza, na próxima semana a categoria volta a realizar outra assembléia e pretende buscar as negociações com o executivo municipal. O ML entrou em contato com a SMED para saber o posicionamento do órgão municipal sobre a situação, mas até o fechamento da matéria não obteve retorno.

Protesto- Com apitos, faixas, cartazes, carro de som e a percussão do grupo Tambores de Búzios, a categoria fez o primeiro dia de manifestação, nesta quarta-feira (2), em frente a sede da Secretaria Municipal da Educação do Salvador (SMED). Durante o ato, os docentes também realizaram a tradicional chamada de tudo o que falta nas escolas e prejudica o funcionamento atividades escolares.

 

Fotos: APLB

 

 

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Supremo Tribunal de Justiça nega a federalização do julgamento da ‘Chacina do Cabula’

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou ontem (28) o pedido do Ministério Público Federal (MPF) para federalizar as investigações sobre a operação da Polícia Militar (PM) que resultou na morte de 12 pessoas e deixou seis feridos, conhecida como a Chacina do Cabula, ocorrida em fevereiro de 2015, em Salvador.

Ao analisar a questão, a Terceira Seção do tribunal entendeu não que foram cumpridos os requisitos processuais para aceitação do pedido de deslocamento de competência e que não foram encontradas evidências de que a Justiça estadual não julga o caso com imparcialidade.

Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/Bahia, Jerônimo Mesquita, a federalização acontece quando existem graves violações de direitos humanos como aconteceram na  ‘Chacina do Cabula’. “Seria melhor se fosse ponto federal, pois o Estado Federal é mais isento, o Tribunal fica em Brasília, menos próximo das paixões locais. A pressão que se pode exercer sobre a Justiça é menor sendo federal. Vamos continuar acompanhando e continuar batalhando para que a justiça seja feita”, afirma.

Confira a matéria completa do BA TV

 

Com informações da Agência Brasil e BA TV.

 

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Opinião: Senhor presidente

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Senhor presidente,

Foi a ousadia do plano, meu chapa! Foi a audácia. Foi a coragem de contrapor a história. Foi um querer reposicionador de governantes e governados. Foi o sonho. Não foi crime.

Não se precisa de crime quando a sentença já se é dada ao nascituro. Não precisa de crime quando o juiz é um promotor de acusação. Não precisa de crime se a imparcialidade judicial é o que orienta a decisão, Presidente.

Presidente, ninguém o afastará da história da gente. Pai da segunda abolição da escravatura brasileira. Patrono dos primeiros empobrecidos nas universidades; lembrador dos esquecidos do Brasil. Levanta!

Levanta a vista ainda que somente veja as paredes que o cerca. Escreva durante a insônia e se tiver vontade chore. Não pelo lugar que está, mas pelo lugar que transformou.

Regozije pelo povo que não morre mais de sede, pelas crianças com alimentação saudável, pelo pleno emprego, pelas famílias com casas e, acima de tudo, pela autoestima levantada deste povo, presidente!

A história do Brasil foi recontada. A maldade desta “gentes” não suplantará nosso amor. Continuaremos a amar e a respeita-lo. Sabemos de onde viemos e para onde queremos ir, presidente.
Se a primavera não chega agora a gente planta as flores e vamos regrando com as águas que inundam as mentes de quem sonha e luta. Ela haverá de chegar!
Senhor presidente, sigamos!

Jocivaldo dos Anjos. 24/11/2019

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Espetáculo “Ô Inho… E Eu?” aborda a violência contra mulher em diversos extratos sociais

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A peça teatral trata também da auto estima feminina e o silenciamento sofrido pelas mulheres no dia a dia. Entrada é gratuita

 

O espetáculo Ô Inho… E eu?, que tem como base a violência contra a mulher no planeta, será apresentado no próximo dia 23, às 19 horas, no Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos – CEPAIA Cultural. O centro está localizado na Rua do Passo, 4, Santo Antônio Além do Carmo e a entrada é gratuita.

“Ô Inho… e eu?” tem o objetivo de refletir a opressão que silencia metade das mulheres agredidas

A proposta é uma reflexão sobre a manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram a dominação à discriminação e impedem, até hoje, o pleno avanço das mulheres, um fato cotidiano em todo o mundo.

O nome da peça é um questionamento que mulheres de diversos extratos sociais em situações diversas fazem a si mesmo, ao verem questionadas suas opções, sentimentos e conflitos. “Ô Inho… e eu?” tem o objetivo de refletir a opressão que silencia metade das mulheres agredidas, que, segundo estatísticas, não denunciam ou pedem ajuda. A peça discute também a auto-estima e a valorização feminina.

O espetáculo integra a programação do Novembro Negro, promovido pela UNEB, através do Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos – CEPAIA- Cultural e do Projeto Universidade Para Todos – UPT. O tema central de 2018 é “Reconhecimento e Educação para Igualdade”, seguindo a Década Internacional do Afrodescendente da Organização das Nações Unidas – ONU.

Durante todo o mês serão promovidas atividades de teatro, poesia, artes visuais, capoeira, fotografia e cinema.Em todos os eventos haverá debates e discussões sobre a questão da igualdade racial.

SERVIÇO

O quê: Espetáculo: Ô Inho… e eu?

Quando: 23 de novembro, às 19 horas

Onde: Rua do Passo, 4 – Santo Antônio Além do Carmo, em frente à Igreja do Carmo (Instituto Estive Biko)

Direção: Rafael Manga

Elenco: Alan Luís, Diane Rebouças, Lívia Ferreira ,Marcelo Teixeira, Marisa Andrade, Silvânia, Rita Santiago

Mais informações: 71 99242-1505

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