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Bahia

Prefeitura não faz o “dever de casa” e Governo do Estado assume integração ônibus-metrô

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Estação Mussurunga deve ser entregue já em outubro, enquanto a do Aeroporto em abril do ano que vem, segundo a Sedur

Rui Costa (PT) afirma que fará integração total do metrô e inclusive já encaminhou o projeto ao Ministério Público.  Em entrevista concedida ao jornal BA Record, nesta terça- feira (25), Rui Costa declarou que a integração ônibus-metrô vai ser feita “de qualquer jeito”. O gestor declarou ainda que já foi enviado ao MP o pedido oficial dos ônibus complementares que farão a integração. Na licitação consta veículos com ar-condicionado e wifi gratuito. Segundo o governador, o processo já deve ser divulgado nos próximos dias.

A decisão do governador surgiu em meio às negociações que estavam sendo mediadas pelo MP entre o Estado e a gestão municipal. A ação indica que não houve acordo entre ambas as partes. Rui destacou ainda que existe uma cláusula do contrato entre o Governo e a Prefeitura de Salvador onde permite o Estado de licitar contratos de transportes até 5 km de distância das estações.

Sem contar que a Prefeitura não está fazendo o “dever de casa”, pois a integração nas estações já inauguradas, como as que ficam nas adjacências dos bairros Imbuí, Saboeiro e Cabula VI, não está sendo feita.  E, enquanto a gestão municipal não toma uma decisão, a população sofre ao ter que, por exemplo, sair debaixo de chuva para chegar às estações.

Obras – Em resposta ao Mídia Lampião, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Governo do Estado da Bahia (Sedur) informou que as obras de implantação da Linha 2 do metrô estão com avanço de 78% até Junho de 2017, e seguem em ritmo acelerado, principalmente no trecho final de execução da via permanente para circulação dos trens, entre as estações Mussurunga e Aeroporto, bem como as estruturas internas e cobertura da Estação Aeroporto.

O prazos de entrega até a estação Mussurunga é outubro de 2017, enquanto a do Aeroporto a previsão será abril de 2018. Já os terminais de integração da Rodoviária Norte e Estação Mussurunga a conclusão está agendada para o mês de setembro de 2017 e a de Pituaçu para o mês de outubro. A Sedur declarou ainda que as novas passarelas definitivas das estações metroviárias e terminais de integração da Linha 2 encontram-se em execução, sendo que as da região do Detran, Imbuí e CAB estão com maior avanço.

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Supremo Tribunal de Justiça nega a federalização do julgamento da ‘Chacina do Cabula’

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou ontem (28) o pedido do Ministério Público Federal (MPF) para federalizar as investigações sobre a operação da Polícia Militar (PM) que resultou na morte de 12 pessoas e deixou seis feridos, conhecida como a Chacina do Cabula, ocorrida em fevereiro de 2015, em Salvador.

Ao analisar a questão, a Terceira Seção do tribunal entendeu não que foram cumpridos os requisitos processuais para aceitação do pedido de deslocamento de competência e que não foram encontradas evidências de que a Justiça estadual não julga o caso com imparcialidade.

Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/Bahia, Jerônimo Mesquita, a federalização acontece quando existem graves violações de direitos humanos como aconteceram na  ‘Chacina do Cabula’. “Seria melhor se fosse ponto federal, pois o Estado Federal é mais isento, o Tribunal fica em Brasília, menos próximo das paixões locais. A pressão que se pode exercer sobre a Justiça é menor sendo federal. Vamos continuar acompanhando e continuar batalhando para que a justiça seja feita”, afirma.

Confira a matéria completa do BA TV

 

Com informações da Agência Brasil e BA TV.

 

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Opinião: Senhor presidente

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Senhor presidente,

Foi a ousadia do plano, meu chapa! Foi a audácia. Foi a coragem de contrapor a história. Foi um querer reposicionador de governantes e governados. Foi o sonho. Não foi crime.

Não se precisa de crime quando a sentença já se é dada ao nascituro. Não precisa de crime quando o juiz é um promotor de acusação. Não precisa de crime se a imparcialidade judicial é o que orienta a decisão, Presidente.

Presidente, ninguém o afastará da história da gente. Pai da segunda abolição da escravatura brasileira. Patrono dos primeiros empobrecidos nas universidades; lembrador dos esquecidos do Brasil. Levanta!

Levanta a vista ainda que somente veja as paredes que o cerca. Escreva durante a insônia e se tiver vontade chore. Não pelo lugar que está, mas pelo lugar que transformou.

Regozije pelo povo que não morre mais de sede, pelas crianças com alimentação saudável, pelo pleno emprego, pelas famílias com casas e, acima de tudo, pela autoestima levantada deste povo, presidente!

A história do Brasil foi recontada. A maldade desta “gentes” não suplantará nosso amor. Continuaremos a amar e a respeita-lo. Sabemos de onde viemos e para onde queremos ir, presidente.
Se a primavera não chega agora a gente planta as flores e vamos regrando com as águas que inundam as mentes de quem sonha e luta. Ela haverá de chegar!
Senhor presidente, sigamos!

Jocivaldo dos Anjos. 24/11/2019

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Espetáculo “Ô Inho… E Eu?” aborda a violência contra mulher em diversos extratos sociais

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A peça teatral trata também da auto estima feminina e o silenciamento sofrido pelas mulheres no dia a dia. Entrada é gratuita

 

O espetáculo Ô Inho… E eu?, que tem como base a violência contra a mulher no planeta, será apresentado no próximo dia 23, às 19 horas, no Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos – CEPAIA Cultural. O centro está localizado na Rua do Passo, 4, Santo Antônio Além do Carmo e a entrada é gratuita.

“Ô Inho… e eu?” tem o objetivo de refletir a opressão que silencia metade das mulheres agredidas

A proposta é uma reflexão sobre a manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres que conduziram a dominação à discriminação e impedem, até hoje, o pleno avanço das mulheres, um fato cotidiano em todo o mundo.

O nome da peça é um questionamento que mulheres de diversos extratos sociais em situações diversas fazem a si mesmo, ao verem questionadas suas opções, sentimentos e conflitos. “Ô Inho… e eu?” tem o objetivo de refletir a opressão que silencia metade das mulheres agredidas, que, segundo estatísticas, não denunciam ou pedem ajuda. A peça discute também a auto-estima e a valorização feminina.

O espetáculo integra a programação do Novembro Negro, promovido pela UNEB, através do Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos – CEPAIA- Cultural e do Projeto Universidade Para Todos – UPT. O tema central de 2018 é “Reconhecimento e Educação para Igualdade”, seguindo a Década Internacional do Afrodescendente da Organização das Nações Unidas – ONU.

Durante todo o mês serão promovidas atividades de teatro, poesia, artes visuais, capoeira, fotografia e cinema.Em todos os eventos haverá debates e discussões sobre a questão da igualdade racial.

SERVIÇO

O quê: Espetáculo: Ô Inho… e eu?

Quando: 23 de novembro, às 19 horas

Onde: Rua do Passo, 4 – Santo Antônio Além do Carmo, em frente à Igreja do Carmo (Instituto Estive Biko)

Direção: Rafael Manga

Elenco: Alan Luís, Diane Rebouças, Lívia Ferreira ,Marcelo Teixeira, Marisa Andrade, Silvânia, Rita Santiago

Mais informações: 71 99242-1505

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