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Brasil

Senadoras resistem contra a Reforma Trabalhista

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Mídia Lampião direto de Brasília, DF

A bancada feminina de esquerda no Senado está resistindo aos ataques de Michel Temer e sua tropa de choque. No fim da manhã desta terça-feira (11), a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) se recusou a ceder o comando dos trabalhos na casa a Eunício Oliveira, o que gerou uma reação imediata do presidente do Senado de ordenar que apagassem as luzes e cortassem o som do plenário.

Além de Fátima, permanecem na mesa do Senado as parlamentares Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Regina Sousa (PT-PI), Vanessa Graziottin (PC do B-AM) e Kátia Abreu (PMDB-TO).

Gleisi Hoffmann afirmou que os parlamentares favoráveis à Reforma Trabalhista não têm coragem de explicitar a opinião acerca do texto de Temer.

Na opinião de Lídice da Mata, o texto enviado pelo presidente Michel Temer, que não foi mudado pelos relatores do projeto no Congresso, enfraquece a Justiça Trabalhista e precariza as relações entre empregados e empregadores. Ela atacou pontos como o trabalho intermitente, a possível extinção da licença maternidade, redução do horário de almoço, e disse que o texto impede a regularidade da amamentação e dificulta o acesso dos trabalhadores à Justiça, dentre outros artigos que ela classifica como extremamente prejudiciais aos brasileiros.

Lindbergh Farias (PT-RJ) focou suas críticas no trabalho intermitente, que é um item que permite que o trabalhador receba vencimentos inferiores ao salário mínimo. “Esse é um momento triste da história do País que acaba de voltar ao Mapa da Fome”, disse.

Já Roberto Requião (PMDB-PR), chamou a base de Temer de Direita Abominável e disse que o trabalhador brasileiro não se conformará ao que chamou de “semi-escravidão”. “Precisamos pressionar no Senado e nas ruas, pois o custo para fazer isso depois será longo”, disse.

Foto: Vinícius Borba – Mídia Ninja

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3 Comments

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  1. DIMAS sOUZA

    11 de julho de 2017 at 17:27

    OU NÓS, A POPULAÇÃO, VAMOS PARA AS RUAS DEMONSTRAR NOSSO DESCONTENTAMENTO, OU DEPOIS VAMOS CHORAR LÁGRIMAS DE SANGUE. NOSSO PAÍS, JÁ ESTAVA SE ENCAMINHANDO PARA NOS PRÓXIMOS 15 ANOS TORNAR-SE A TERCEIRA OU QUARTA ECONOMIA DO PLANETA, MAS OS VENDILHÕES ESTÃO SE ENCARREGANDO DE NOS RECONDUZIR AO SUBDESENVOLVIMENTO, PORQUE ÊLES VÃO ESTAR COM A B U R R A CHEIA, ENQUANTO A POPULAÇÃO VAI SE FARTAR NOS LIXÕES.

  2. DIMAS SOUZA

    11 de julho de 2017 at 17:32

    Por quê tenho que moderar meu comentário ??? Êsses ENTREGUISTAS , já conhecidos de sobejo pela população acima de 70 anos como é o meu caso. Acho que até estou falando educadamente.

    • admin

      11 de julho de 2017 at 20:27

      É apenas um procedimento administrativo, Dimas. Obgdo por comentar

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Bahia

MOVIMENTOS SOCIAIS SE PREPARAM PARA PROTESTAR NO VERÃO DE SALVADOR

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Movimentos sociais na Bahia já se organizam para participar das atividades de verão na Bahia com Protestos e resistência ao golpe de estado no Brasil promovido pelo presidente ilegítimo em exercício Michael Temer. Movimentos como o Coletivo de Ação Fora Temer (CAFT), Filhos e Filhas de Marx, Médicos Pela Democracia, Transbatucada, sindicatos, entre outros, já se articulam para a formação de um movimento unificado para participar dos festejos de verão em Salvador, com muita luta e resistência, respeitando, é claro, os rituais religiosos presentes nas festividades baianas.

No CAFT os preparativos já começaram para as festas da Lavagem do Bonfim, Iemanjá, Carnaval, Dia da Mulher e Fórum Social Mundial (que ocorrerá este ano na cidade de Salvador nos dias 13 a 18 de março). Prometendo uma festa irreverente, com a presença de diversos artistas consagrados na Bahia, bastante música, percussão, Nanotrio, Djs, palavras de ordens, paródias e articulação com diversos movimentos sociais, o Coletivo de Ação Fora Termer promete deixar sua marca impressa no Bonfim através de muita arte, graciosidade, música, paródias e palavras de ordens, se configurando num movimento de luta e resistência dentro das atividades festivas de Salvador.
Mais informações ZAP: (71) 98853-2305, (71) 9 9190-2845

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Bahia

RUI COSTA 64 X 14 ACM NETO

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No clássico baiano para ver quem se torna o melhor gestor público o governador da Bahia Rui Costa (PT) está dando de lavada no prefeito ACM Neto (DEM). Segundo pesquisa divulgada pelo portal G1, nesta terça feira, dia 02 de janeiro, o governador da Bahia lidera o ranking nacional com 64% de projetos executados ou em andamento das promessas feitas na campanha em 2014, se tornando o maior gestor do Brasil, além de ter as suas contas aprovadas no TCU, que não é o caso do prefeito de Salvador.

Bem longe disto, aparece o prefeito de Salvador ACM Neto com apenas 14% dos projetos executados ou em execução, bem abaixo da média nacional que é de 32% de execução de projetos pós-campanha.
Portanto, no embate direto entre os dois candidatos, o governador Rui Costa está dando uma verdadeira lavagem de competência e trabalho sobre o prefeito de Salvador, cujas ações se concentram basicamente em Festas, Asfaltos, Praças e Multas de Trânsito.

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Bahia

Por que a gente homem mata tantas mulheres?

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Por Jocivaldo Dos Anjos

Elas estão certas no meio de tanta gente errada. A gente, que mata, não pode estar certa. Jamais que mata tanto pode estar certa. A ideia do imperialismo masculino como a fase superior do machismo: a ideia da posse que orienta a ideia do posso. Meus “compras”, a gente não pode. A gente não pode poder desta forma.

A gente se acha donos dos corpos, das almas, dos sonhos, dos querer, do pensamento, da manhã, da tarde, da noite… e, caso elas não tenham tempo de serem nossa a ente inventa e cria em nosso querer. Como este tempo, que não existe, não é de ninguém, a gente toma este tempo e cobra delas o único lugar que o imaginário pode morar: a vida.
Semana passava eu dialogava com um irmão meu – irmão que a vida que deu-. A gente precisa de ciclos para falar de vocês e seus sonhos e desejos, companheiras, entre nós homens. Dialogar sobre machismo com mulheres feministas ou não. Precisa de ser um tema nosso. Tem de ser tema dos ciclos, bem como outros temas que nos fere como gente na vida. Mas, tá demais.

Não é conversa para aplauso. Não é papo para se aparecer. É uma tristeza que mancha diariamente com sangue as páginas das vidas delas: a gente mata pela ideia de posse. A gente não saiu ainda do século XX em que elas não votavam. A gente não saiu ainda dos tempos que elas não tinham reconhecimento do trabalho. Compas, ainda a gente não saiu da idade média onde elas não gozavam. Elas hoje gozam, não por nossa vontade, mas pelo direito que elas – e todos os corpos tem de gozar.

A fase superior do machismo é o feminicídio. Quando elas falam: parem de nos matar não é somente uma frase de efeito. É o efeito de uma fase. Que fase! Uma fase que teima em na passar. Precisamos mais do que falar de machismo. Precisamos de superar. Tá puxado! Tá feio! A gente não é dono de ninguém. Porque ninguém pode ser senhor de ninguém em um tempo que não seja de escravização, compas. Desta forma, não sigamos. Não há como seguir matando tantas mulheres por nós sentirmos superiores. Pensemos! Mudemos! …

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