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De olho na imprensa

Jornal Correio, ligado à família de ACM Neto, é o único a não dar destaque à prisão de Geddel

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O Correio (antigo Correio da Bahia) foi o único dos jornais a não dar destaque nas manchetes de hoje, 4, à prisão do cacique do PMDB-BA, Geddel Vieira Lima (clique na imagem acima para ampliar). Aliado do prefeito ACM Neto, Geddel foi preso ontem em Salvador sob a acusação de tentar obstruir os trabalhos da justiça (ele atuava para impedir que o ex-deputado Eduardo Cunha e o doleiro Lúcio Funaro não delatassem). Sua prisão, que é preventiva, se deu no âmbito de uma investigação do período em que Geddel ocupou a vice-presidência para pessoa jurídica da Caixa; as investigações apontam que o ex-ministro de Temer teria liberado R$ 1,2 bilhão da Caixa em empréstimos e exigido propina em troca.

De acordo com o jornal A TARDE, Geddel embarcou, sem algemas, para Brasília, onde ficará preso.

O escândalo, como era de se esperar, não ocuparia as manchetes da edição desta terça do Correio. É só mais uma prova de que o Correio é só um arremedo de jornal.

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Brasil

PSL comprou 10 milhões de panfletos por duas candidatas a 48 horas da eleição

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O partido do presidente Jair Bolsonaro, o PSL, teve duas candidatas nas eleições do ano passado que adquiriram, a menos de 48 horas das votações, mais de 10 milhões de santinhos, folders e demais materiais de campanha. A poucos dias do primeiro turno, a legenda reservou R$ 268 mil para duas candidatas ao posto de deputada estadual, no Ceará e em Pernambuco.

O total “mal parou nas contas de campanha de Gislani Maia e Mariana Nunes”, informa reportagem do jornal O Globo desta sexta-feira (22). Assinada por Igor Mello e Juliana Castro, a matéria informa que elas gastaram em gráficas praticamente todo o valor recebido entre 5 e 6 de outubro.

É mais um capítulo sobre as suspeitas de que o PSL operou, em vários estados, um esquema de “candidaturas laranjas” que se prestou à movimentação fraudulenta de dinheiro do fundo partidário, que é público – as movimentações suspeitas levaram à queda de Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência, na última segunda-feira (18), no ponto culminante da primeira grande crise no núcleo palaciano.

Pelo mesmo motivo, balança na cadeira de ministro Marcelo Álvaro Antônio, do Turismo, suspeito de usar candidatas laranjas em benefício própria na eleição de Minas Gerais. de ter usado candidatas laranjas em benefício próprio em Minas Gerais. Reportagem da Folha publicada em 4 de fevereiro revelou que quatro candidatas do PSL em Minas receberam R$ 279 mil do comando nacional do partido, por indicação do próprio Marcelo, justamente com o objetivo de disputar a eleição.

Ainda de acordo com a reportagem do jornal fluminense, Gislani Maia (3.501 votos), a candidata no Ceará, recebeu um total de quase R$ 151 mil, dos quais R$ 150 mil com origem na direção nacional do PSL, em 5 de outubro. Até aquela ocasião, Gislani não tinha recebido qualquer doação. Já no próprio dia 5, a dois dias do início do pleito, ela repassou quase R$ 143 mil para três gráficas, acrescenta a reportagem.

Os gastos de campanha de Gislani superam três vezes a receita eleitoral de Hélio Góes, candidato do PSL ao governo do Ceará, e em quase 18 vezes as contas do postulante do partido ao Senado, Márcio Pinheiro (despesa de R$ 8,5 mil). “E não recebeu nenhum centavo do PSL”, acrescenta o jornal.

“Gislani foi a única mulher a receber dinheiro do PSL no Ceará, embora o partido tenha tido outras 18 candidaturas femininas no estado. Além dela, apenas Heitor Freire, presidente da sigla no estado, foi beneficiado com recursos partidários. Freire foi eleito deputado federal e apresentou gastos de campanha de R$ 64,2 mil, menos da metade de Gislani. As notas fiscais do dia 5 de outubro apresentadas pela candidata à Justiça Eleitoral são pelo fornecimento de 4,8 milhões de santinhos, panfletos e botons, além de 20 mil adesivos para carros”, explica a reportagem.

“Mariana Nunes é outra candidata a movimentar grandes montantes de recursos às vésperas do primeiro turno. Apesar de ter obtido apenas 1.741 votos – ficando no 189º lugar na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco – ela teve recursos dignos de uma campeã de votos. Sua campanha custou R$ 127.860, segundo a prestação de contas entregue à Justiça Eleitoral – mais do que líderes de votos do partido, como Janaína Paschoal (PSL-SP), deputada estadual mais votada da história do Brasil, que gastou R$ 58,4 mil”, continua o jornal.

Fonte: Congresso em Foco

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Brasil

PETROBRAS NA MIRA DOS ENTREGUISTAS

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Parlamentares do PT criticaram duramente o anúncio – noticiado pela imprensa como indicação de Paulo Guedes – do economista Roberto Castello Branco como futuro presidente da Petrobras no governo de Jair Bolsonaro. Professor da Fundação Getúlio Vargas é oriundo da Universidade de Chicago, principal centro do pensamento neoliberal no âmbito acadêmico. Castello Branco disse, em artigo publicado na Folha de São Paulo em junho passado, que é “urgente a necessidade de se privatizar não só a Petrobras, mas outras estatais”.

Para o líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a indicação deixa claro o viés entreguista do futuro governo e gera um evidente conflito de interesses. “Se isso for confirmado, teremos um flagrante conflito de interesses, pois é uma afronta você colocar na direção de uma das maiores empresas do mundo no seu setor alguém que é notoriamente favorável à venda dessa empresa”, diz Pimenta.

“Castello Branco não está sendo escolhido para ser o presidente, mas sim o coveiro da quinta maior empresa brasileira e uma das maiores petrolíferas do mundo. Seria como colocar para presidir a Ford uma pessoa que quer vender a Ford para a Volkswagen”, complementa o líder.

Segundo a presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), a escolha equivale a colocar a raposa tomando conta do galinheiro. “Vai para a Petrobras quem defende sua privatização! É a entrega do Brasil ao sistema financeiro internacional”, afirmou Gleisi em sua conta no Twitter, na qual também sugeriu o documentário “A doutrina do choque”, da jornalista canadense Naomi Klein, para se entender o que pode acontecer com o Brasil.

Para o deputado Enio Verri (PT-PR), que também é economista, a indicação de Castello Branco é questionável tanto no aspecto econômico quanto no político. “Do ponto de vista econômico, é temerário deixar nas mãos da iniciativa privada um setor estratégico e tão vital para economia de qualquer país como o petrolífero. Dos 20 países com as maiores reservas de petróleo no mundo, a maioria absoluta tem estatais no controle do uso dessas reservas. Essa é a regra global. Por que o Brasil teria que abrir mão do controle de um bem tão fundamental para o nosso desenvolvimento?”, indaga Verri, que é economista e professor licenciado da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

“Do ponto de vista político, nós sabemos que o interesse do governo Temer e do futuro governo Bolsonaro é entregar as nossas riquezas para um punhado de multinacionais estrangeiras cujo único objetivo é garantir os lucros dos seus acionistas. Por isso nós vamos lutar para que isso não ocorra, especialmente porque temos um nível absurdo de desigualdade social para combater”, completou o parlamentar.

Paulo Pimenta garante que a bancada petista no Congresso Nacional vai lutar para barrar a privatização da Petrobras. “Nós vamos lutar e mobilizar a sociedade brasileira para denunciar e impedir que se concretize essa intenção do consórcio Temer/Bolsonaro de entregar a nossa maior empresa e a nossa maior riqueza, o pré-sal, para as multinacionais do petróleo”, declarou o líder.

Palestra – Num evento da Fundação Getúlio Vargas em novembro de 2017, Castello Branco, que é diretor do Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento dessa instituição, expôs em detalhes e sem máscaras o seu pensamento privatista. Assista à palestra dele aqui, a partir de 1’08”.

No artigo na Folha de SP, o economista considera “inaceitável manter centenas de bilhões de dólares alocados a empresas estatais em atividades que podem ser desempenhadas pela iniciativa privada”, esquecendo que foi a Petrobras que desenvolveu a tecnologia para descobrir e explorar o pré-sal e é a empresa no mundo que melhor domina a extração de petróleo em águas profundas.

 

Por: Rogério Tomaz Jr./ PT Câmara.

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Bahia

PROTESTO DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO

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Neste momento nas ruas do comércio, os professores da rede Municipal de Ensino, protestam por melhorias salarias. Adata base para o reajuste salarial é maio e desde abril a APLB-Sindicato, entidade representativa da categoria, entregou a pauta de reivindicações e foram realizadas várias reuniões entre o Executivo Municipal e a direção da APLB. Entretanto, como nenhuma resposta positiva foi apresentada, não restou alternativa, senão a greve!

 

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