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Política

Em delação, Emílio Odebrecht sinaliza que elogiar ou inocentar Lula é proibido

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Brasil

Mulheres convocam Assembleia Mundial contra o machismo, o racismo, LGBTfobia e por democracia.

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Contra o machismo, o racismo, a LGBTfobia e por democracias

As mulheres do planeta, sem distinção, são forças de resistência a todas as formas de opressão, desigualdade, discriminação, e estão dispostas a tomada de atitudes coletivas para frear esse processo histórico de dominações violentas que as subjuga. As mulheres negras, indígenas e de etnias não brancas enfrentam o racismo como fator estruturante de suas vidas e da sociedade, e exigem o levante de todas as vozes e ações para pôr fim a uma realidade mundial de violência e invisibilidade que lhes é imposta. As trabalhadoras, as donas de casa, as jovens estudantes, as moradoras docampo, das cidades e das florestas, todas sem distinção são vítimas dos atos e mentalidades do sistema patriarcal e da dominação do mundo pelo capital, e estão determinadas a lançar mão do poder que detêm para mudar os sistemas
políticos e econômicos que as sujeitam. No Brasil e na América Latina, somam suas lutas contra o machismo e o racismo, às estratégias urgentes de defesa das democracias e para impedir o uso das armas do Estado contra a própria sociedade – as mesmas armas que se voltam contra seus filhos, na produção de um aterrorizante genocídio da juventude negra. As mulheres que  lutam por direitos humanos, sociais, políticos, culturais, sexuais e reprodutivos, todas compartilham a dor inconsolável provocada pela epidemia dos feminicídios, a misoginia, o controle do corpo das mulheres por estados e religiões, as violações como armas de guerra e a criminalização da condição feminina em todos os níveis das relações sociais. A reversão desse cenário de horrores naturalizado pela sociedade exige a pactuação de todas.

No Fórum Social Mundial 2018, que acontecerá em Salvador, Bahia, organizações, movimentos e coletivos feministas e de luta das mulheres convocam a Assembleia Mundial das Mulheres, no dia 16 de Março, às 9 horas, como atividade única e exclusiva do Fórum nessa manhã, em torno de uma agenda das lutas universais e inadiáveis.

Às mulheres da Bahia e de todo Brasil se juntarão às organizações e redes feministas internacionais e às ativistas das diversas regiões do mundo, a exemplo das curdas, palestinas, africanas, asiáticas, latino americanas e afro-caribenhas, que já confirmaram participação ativa.

O FSM e a Assembleia farão ecoar entre todas as organizações e movimentos reunidos no grande encontro de Salvador as agendas mundiais do 8 de Março, reafirmando o sentido convocatório de suas bandeiras de luta.

A Assembleia Mundial das Mulheres terá, em especial, a tarefa coletiva de convocar uma frente de ação e articulação internacional em torno de dez pontos inegociáveis na luta das mulheres.

Para o debate, definição e promoção desta agenda unificada, a Assembleia Mundial das Mulheres é convocada pelas organizações signatárias abaixo e demais que venham a aderir e reforçar a mobilização para fazer desse um grande encontro e debate feminista mundial.

Fórum Nacional de Mulheres Negras – FNMN
Marcha Mundial de Mulheres – MMM
União Brasileira de Mulheres – UBM – AMNB
Articulação Nacional de Mulheres Negras Brasileiras
Rede de Mulheres Negras
Rede Mulher e Mídia
Geledés
Ciranda
Rede de Mulheres – Renfa
Feminista Anti Proibicionista
Rede de Mulheres Afrolatinoamericanas, Caribenhas e da
Diáspora
Centro de Documentação e Memória Negra – IROHIN

ASSINE TAMBÉM AQUI

Contato: amm@fsm2018.org

Dia: 16 de março de 2018
Local: Salvador – Bahia
Horário: 9h

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Bahia

Nome de ACM em Centro de Convenções é ilegal, aponta Trindade

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O vereador José Trindade (PSL), vice-líder da bancada de oposição, vai recorrer aos meios legais para questionar, na Câmara Municipal de Salvador, vícios de legalidade identificados na proposta que tenta batizar de Antônio Carlos Magalhães o futuro Centro de Convenções planejado pela prefeitura de Salvador.

O questionamento feito por Trindade, com fim de anular a proposta, baseia-se na Lei Municipal Nº 8636/2014, assinada pelo próprio prefeito de Salvador, ACM Neto, que veda a denominação de vias, logradouros e prédios públicos com o nome, sobrenome ou cognome de indivíduos que “te

 

nham cometido crime de lesa-humanidade ou violação de direitos humanos; participado ou colaborado em golpes militares, atentados à democracia ou regime ditatoriais; que tenham sido acusados de prática de tortura ou tenham se apropriado ilicitamente do dinheiro público”.

Antônio Carlos Peixoto de Magalhães (1927-2007) colaborou com o regime militar pelo menos duas vezes. Na primeira, entre 1967 e 1970, ocupou o cargo de prefeito de Salvador ao ser indicado para a função pelo então governador da Bahia Luiz Viana Filho, que ocupava o cargo a mando dos militares. Já em 1971 foi o próprio ACM o indicado para o cargo de governador do estado, pelo general e terceiro presidente do período ditatorial, Emílio Garrastazu Médici.

“Nossa oposição a essa homenagem tem o objetivo de apontar esse erro na proposta, que é ilegal, mas também tem a finalidade de lembrar de todos aqueles que foram torturados e mortos por um regime tão cruel, como foi o regime militar, e com o qual a família Magalhães contribuiu ativamente aqui na Bahia”, afirmou o vereador José Trindade.

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Bahia

19/02 NA BAHIA: GREVE AMPLA, FORTE E RESISTENTE – VAMOS BARRAR A REFORMA.

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As mobilizações contra a “deforma da presidência”, continuam crescendo por toda parte do país. No dia 19, próxima segunda-feira, haverá greves e mobilizações nas capitais e principais cidades do Brasil.

Na Bahia, a direção da CUT Estadual não vacila e mobiliza seus sindicatos e suas bases, que atenderam ao chamamento para parar e dizer não a essa reforma da previdência que não foi discutida com as Centrais Sindicais, nem com a sociedade. Somos radicalmente contra essa deforma que tira o direito da trabalhadora e do trabalhador de se aposentarem e, por isso, vamos a greve defender nossos direitos e pedir para retirar esse projeto nefasto da pauta do congresso e arquivar.

SE BOTAR PRA VOTAR, O PAÍS VAI PARAR!

SE VOTAR, NÃO VOLTA!

Essa é a posição da direção estadual da CUT BAHIA.

19/02 – GREVE NA BAHIA
SALVADOR E REGIÃO METROPOLITANA/PRINCIPAIS CIDADES DO INTERIOR.

Paralisação das principais categorias profissionais, como, Petroleiros, Químicos, Funcionalismo Público, Previdenciários, Correios, Rodoviários, Metalúrgicos, Comerciários, Borracheiros, Papeleiros, Bancários, Vigilantes, Construção Civil, Ferroviários, Urbanitários, Alimentação, Limpeza, Refeições Coletivas, Saúde Privada, Poder Auxiliar da Justiça, Policia Civil, Calçadistas, Rurais, etc.

Estamos firmes e fortes com os Movimentos Sociais, MST, MPA, MAB, LEVANTE DA JUVENTUDE, VIA CAMPESINA, FETRAF, MOC, AGES, MOVIMENTO NEGRO, DE MULHERES, LGBT, QUILOMBOLAS, ÍNDIOS, CIGANOS, em DEFESA DA DEMOCRACIA e PELO DIREITO DE LULA SER CANDIDATO.

LULA 2018!

ELEIÇÃO SEM LULA É FRAUDE!

Essa greve deve ser ampla, forte e resistente, por isso, vai jogar a última pá de cal nessa reforma que se aprovada, seria mais um grande desastre para o Brasil, como já estão sendo e fazendo água, as reformas aprovadas do trabalho, congelamento do orçamento da união e a nova lei da terceirização.

19/02 NA BAHIA – CONFIRA PROGRAMAÇÃO

3h – Início das paralisações em Salvador, Região Metropolitana e Principais Cidades do Interior.

7h – Manifestação no Iguatemi, Comércio, Bancos, Rótula do Abacaxi, Br’s, Bairros Cajazeiras e da Paz.

15h – Ato Público no Campo da Pólvora – Em Frente ao Fórum Ruy Barbosa. Com a presença de autoridades Políticas Partidárias, Sindicais e Movimentos Sociais.

Direção Executiva CUT Bahia

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