Connect with us

Política

Em delação, Emílio Odebrecht sinaliza que elogiar ou inocentar Lula é proibido

Postado

em

Continue lendo
Click para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Bahia

Os sentidos da democracia no capitalismo financeiro

Publicado

em

Democratizar é a palavra de ordem. Em todos os espaços. Desde associação de bairro ou rural se fala em democratizar os espaços para que mais gente participe. Se é nas escolas falamos em democratizar para que haja mais grêmios escolares e também haja eleições diretas para a escolha dos diretores e vices. Já estamos quase em vias de pedir eleições diretas para elegermos os professores. Já elegemos os nossos representantes para as câmaras municipais, assembleias estaduais e câmara federal, além do executivo (prefeitos, governadores e presidentes) por sufrágio universal (voto direto e secreto).

Há em cursos campanhas para que se tire a discricionariedade do presidente da república em indicar os ministros do supremo e tenhamos eleições diretas para elegermos os representantes que serão “intérpretes ou aplicadores“ mor das normas jurídicas nacional. É mais do que comum falar em democracia em nosso país. Mais do que comum. É bonito. Todo mundo gosta. Ninguém é contra e festeja-se sempre que ela ocorrer. Daí, merece uma pergunta. O que democratizamos e para quem democratizamos? Me lembro do Alexis de Tocqueville… mas, não entrarei nos acadêmicos e cita-los. Para desdizer a des-democracia da ABNT sobre as produções da ciência. E, que, eu também concordo.

Com tanta democracia não elegemos um presidente ou governadores negros, apesar de muitos negros se regozijarem com a festa da democracia e defendê-la com unhas e dentes. Elegemos uma mulher presidentA, mas a democracia direta que a levou permitiu que a democracia representativa a tirasse. Não precisa de crime na democracia para ser punido. Afinal, ela é a democracia democrática. É nesta democracia que já chegamos a mais de 700 mil pessoas encarceradas. É nesta democracia que uma cor, a branca, é a maior beneficiária dela. Além de homens serem, de citadinos serem, de adultos serem… li recentemente que contra a democracia somente mais democracia. Não sei. Mas, também não sou contra a democracia. Mas…

Ontem foi eleição do Esporte Clube Bahia, meu time. Meu time do coração está celebrando a democracia. Agora vai. Agora incorporado pelo espírito de Tocqueville celebra mais uma faceta da nossa democracia. E, quando vemos o resultado da democracia não me parece que a sua representatividade democratiza a representação. Vejam somente quem foi eleito.

Será que quando falamos de democracia estamos democratizando para quem sempre já ocupou os espaços com ou sem democracia? Será que se esta democracia representar uma ruptura com quem manda (com ou sem democracia) ela ainda se sustentará e será defendida? Será que conseguiremos democratizar a cor, o gênero, as orientações, os locais de moradia, as categorias, as frações classe por esta democracia que tanto defendemos? É possível de falar em democracia numa sociedade que tem seus rumos definidos por quem tem mais? E quem tem mais somente está disposto a debater e aplicar a democracia se não for mexer nos seus mais. E olhem que é muito mais. Para encerrar: o que estamos democratizando quando vamos para as ruas defender tanto a democracia? Democracia para que e para quem? Sigamos!

Comentário do Facebook
Continue lendo

Bahia

Imbassahy  formou com ACM Neto e Geddel o tripé do golpe na Bahia, diz Florence

Publicado

em

Por

O vice-líder da oposição no Congresso Nacional, o deputado federal Afonso Florence (PT-BA) comenta sobre a saída do Antonio Imbassahy (PSDB-BA) da Secretaria de Governo. “Consumou-se, a já anunciada, troca na Secretaria de Governo do governo Temer, caiu Imbasshy, assumiu Carlos Marum (PMDB-MS). A substituição já tinha sido anunciada, mas Imbassahy conseguiu se manter mais alguns dias no cargo”,  afirma.

De acordo com Florence, “­­­alçado ao posto por ser do PSDB e por seu histórico de serviços prestados ao Carlismo, o desgaste de Imbassahy junto à base de Temer era grande, ele não conseguiu articular nada, ao ponto de ter sido caracterizado pelo vice-presidente da Câmara, o deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), como “um incompetente” “um zero à esquerda”, um “merd…”. Noticia-se que ele só não caiu antes porque Temer gosta dele”.

Para a Bahia, mais do que uma vitória, foi um alívio. Imbassahy elegeu-se prefeito de Salvador em 1996 numa memorável campanha em que prometeu construir o Metrô “de” Salvador. A obra foi paralisada, logo no seu início, por fortes denúncias de corrupção. Está foi sua maior antes de assumir a Secretaria de Governo de Temer.

“Imbassahy formou com ACM Neto e Geddel o tripé do golpe na Bahia. Ao lado de Temer, cumpriu papel central na perseguição à Bahia perpetrada por ACM Neto. Com sua queda sobra, como liderança do golpe na Bahia, ACM Neto com sua relação umbilical com Temer”, destaca Afonso.

 O parlamentar acrescenta ainda “nossas posições são opostas às deles. Vamos continuar a lutar contra a retirada de direitos, em especial esta reforma da previdência. Vamos apoiar a apuração isenta das denúncias de corrupção. Vamos continuar a cobrar a aplicação de recursos para a atenção básica na saúde de Salvador, a pior entre os municípios da Bahia”, finaliza.

Comentário do Facebook
Continue lendo

Bahia

Manuela D’Ávila teme novo golpe de Temer

Publicado

em

Por

Pré-candidata do PC do B à Presidência da República, a deputada estadual pelo Rio Grande do Sul e ex-deputada federal, Manuela D’Ávila passou a segunda-feira (4) em Salvador, onde participou de uma série de atividades, que foram de entrevistas a sites e emissoras de rádio a um almoço com o governador Rui Costa (PT) e um encontro com a militância do seu partido no fim do dia, no Sheraton Hotel da Bahia, onde estava acompanhada por expoentes comunistas no Estado como os deputados federais Davidson Magalhães, Daniel Almeida e Alice Portugal, além da vereadora Aladilce Souza e da secretária do governo estadual, Olívia Santana.

Em conversa com o Mídia Lampião, a parlamentar gaúcha disse temer um novo golpe do atual presidente da República, Michel Temer, que acena para a adoção de um sistema parlamentarista ou semipresidencialista.

“Torço muito para que este governo acabe em 2018, com eleições diretas, para que nenhuma saída fora de um pleito seja construído. Há esse risco, pois são saídas para projetos como os de Temer, que não tem votos. Ele dá uma isenção de R$ 1 trilhão às grandes petroleiras do mundo e tenta destruir a indústria do petróleo nacional”, disse.

D’Ávila também se mostrou otimista quanto à formação de uma bancada de melhor qualidade nas eleições do ano que vem para o Congresso Nacional. “Eu espero que o povo puna esses que estão aí e não renove esses mandatos de deputados e senadores que votaram a favor de algo chamado jornada intermitente de trabalho, que não deixa o trabalhador sequer ir ao banheiro”, desejou.

Sobre a eleição presidencial, a comunista disse que é preciso olhar mais para o futuro. “Tenho a expectativa que para 2018 a gente tenha um processo eleitoral que discuta o País e não semeie o ódio. Senão perderemos a chance de termos um debate”, analisou.

A estratégia da candidatura do PC do B, segundo a deputada, é buscar responder os problemas do povo. Ela criticou ainda o congelamento de gastos públicos para os próximos 20 anos efalou sobre a dificuldade das mulheres retornarem ao mercado de trabalho após a licença maternidade e sobre a violência que mata 60 mil brasileiros por ano e, destes, 40 mil são jovens entre 15 e 24 anos. “Temos um projeto de retomada do desenvolvimento econômico, garantindo que o câmbio  e os juros estejam a serviço do Brasil e não do mercado internacional”, finalizou.

Manuela D’Ávila disse ainda ser possível dividir o palanque com o governador Rui Costa na Bahia, que tem como principal candidato e cabo eleitoral o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Comentário do Facebook
Continue lendo

TV Lampião

Facebook

Mais acessados