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Política

Furdunço, confusão e capitalismo

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Alvarenga Silveira*

Ao submeter o Google para que a maior plataforma de buscas na web, que também é um grande símbolo do capitalismo, defina o que é furdunço, esbarramos em duas opções de substantivo masculino. A primeira diz que é dnç mús baile popular, p.ext., qualquer festa popular. Já a segunda traz como resposta: movimentação com barulho, algazarra e desordem.

E foi exatamente o que aconteceu na Barra, segundo relatos de amigos jornalistas que postaram suas indignações no Facebook. Ou seja: a prefeitura de Salvador conseguiu transformar uma coisa boa, que ela criou ou se apropriou, numa esculhambação, embora o discurso oficial e as matérias de jornais e blogs discorressem que foi tudo certo e com incidentes mínimos.

O fato é que as imagens mostradas à exaustão nas redes sociais ilustravam uma Barra com área bastante reduzida, diante de uma multidão formada por diferentes tribos que seguiam o pagode de Léo Santana e o suingue do Baiana System.
Mas o que isso tem a ver com capitalismo? Tudo, é a minha resposta. Verifique que o arrastão comandado por Léo tinha foliões que estampavam em suas camisas a marca de uma cervejaria que monopoliza os circuitos e as gargantas dos foliões sedentos por festa e por uma bebida gelada que ameniza o calor de quase 40 graus de Salvador.

O que era para ser um festival de bandinhas de sopro, minitrios, desfiles de fantasias e pessoas acompanhadas por crianças e velhos, se tornou mais do mesmo. Por que? Porque quando as tvs deixam de focar o folião para focar o trio elétrico, quem aparece na tela de milhões de brasileiros de Norte a Sul é a cerveja que é empurrada goela abaixo para descer redondo e não o pierrot que andava sumido ou a moça que exibe uma mensagem de Fora Temer ou até mesmo o rapaz fantasiado de “Coxinha Arrependido”.

Ou seja, tudo tem a ver com o tal do capitalismo selvagem.

 

*Alvarenga Silveira é jornalista e poeta

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Bahia

VÍDEO: nos EUA, Bolsonaro chama estudantes de “idiotas úteis”, “imbecis” e “massa de manobra”

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Bahia

Bolsonaro corta 30% da verba da UnB, UFBA e UFF

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Balbúrdia é o que está sendo feito no Brasil pelo governo federal! Weintraub, o novo ministro da Educação, já deu todos os prenúncios de uma gestão autoritária que quer implementar um sistema de educação no país que acaba com o pensamento crítico e emburrece o povo.

Hoje ele anunciou que as universidades que tiveram maior relação com os movimentos sociais e realizaram eventos que provocavam a discussão política e social como o Fórum Social Mundial ou a Bienal da UNE, terão 30% das dotações orçamentárias bloqueadas.

O valor do corte na UFBA, na UnB e na UFF corresponde a mais da metade do contingenciamento imposto a todas as universidades e, sem noção da realidade de sucateamento da educação pública no país o ministro ainda afirma “A universidade deve estar com sobra de dinheiro para fazer bagunça e evento ridículo”. #educacao #ministeriodaeducacao #Weintraub #ufba #unb #uff #universidade #elenao #bolsonaronao

 

fonte: midia ninja

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Bahia

PROFESSORA É PRESA ENQUANTO DAVA AULA NO IF DE GOIÁS

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A Coordenadora Geral do SINASEFE, Camila Marques, foi detida hoje de manhã (15), enquanto dava aula no campus Águas Lindas do Instituto Federal de Goiás.

A polícia civil de Goiás estava no campus desde o início do dia. Camila não aceitou que a polícia militar entrasse em sua sala de aula para interrogar alguns de seus alunos e recebeu voz de prisão por desacato enquanto exercia sua atividade de professora, dentro de sala de aula e na frente de seus alunos.

A questão que é: Quem desacatou quem? Onde fica a autonomia de uma instituição federal como o IFG, com a PM dentro do campus? E a autonomia da professora com relação a sua sala de aula? A polícia não deve respeitar a autoridade que Camila representava naquele momento?

A Assessoria Jurídica Nacional (AJN) do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica está acompanhando o processo na delegacia pra onde a professora foi levada e tentando a sua liberação.

Camila Marques não é só professora. Também é uma lutadora social, dirigente sindical e vinha sofrendo perseguição por parte de Bolsonaristas que a denunciavam por “doutrinação”. O fato é que Camila defende uma educação crítica e libertadora e não pode ser punida por isso.

Toda solidariedade à professora Camila Marques!

 

fonte:@jornalaverdade_

 

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